<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268</id><updated>2011-11-23T10:35:54.840-08:00</updated><title type='text'>Folclore Brasileiro</title><subtitle type='html'>Espaço de comunicação entre os participantes da disciplina Folclore Brasileiro, oferecida pelo Curso de Teatro da UFU, no segundo semestre de 2007.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Renata Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08705302913894016539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_4snud74sLmg/SKbHVpMUYiI/AAAAAAAAAJY/R54CIMRFFvY/S220/DSC_6235.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>37</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-3502861768290228095</id><published>2008-01-30T18:45:00.000-08:00</published><updated>2008-01-30T18:48:53.823-08:00</updated><title type='text'>Auto Análise</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Eu Roberta Liz de Queiroz Sousa tenho 21 anos e sou estudante do Curso de Educação Física da Universidade Federal de Uberlândia.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Meus pais sempre incentivaram a mim e a meus irmãos a continuarmos a estudar e a nos formar. Meu avô paterno não dava tanta importância aos “estudos”, e por isso meu pai terminara quando criança até a quarta-série e depois disso foi trabalhar na lida na fazenda de meu avô. Há dois anos voltou a estudar e conclui o ensino fundamental. Minha mãe estudou até o que equivaleria hoje à 1ª série do ensino fundamental. O incentivo a nós se deu pelo reconhecimento das dificuldades que tiveram durante suas vidas por não terem os tais “estudos” e para que tivéssemos uma vida melhor e mais sustentável do que a que tiveram.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Hoje vivo em meio acadêmico, trabalho em um Núcleo de Teses e Dissertações em Educação, Educação Física e Esportes (NUTESES). Divido a cientificidade com a fé e minha religião, o catolicismo. Equilibrar as asas Fé e Razão é uma tarefa difícil que me faz pender ora para um lado ora pra outro e não tem como explicar o equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Além disso, essa mesma ciência e a religião me fizeram afastar de hábitos que eu tinha até a adolescência. Superstições como: ler o signo do horóscopo diariamente e o cuidado de não ler de dias passados, usar amuletos de sorte, entre outros, que hoje não tem mais sentido nem lugar na minha rotina que se limita a praticamente universidade e casa com parcelas de namoro nos fins de semana.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Mesmo sendo estudante de Educação Física, quem dita os hábitos alimentares são meus pais que por terem problemas de Pressão fazem comida sem sal. Por isso: “fruta com sal nem pensar, porque te fará mal no futuro, minha filha” diz meu pai todas as vezes que estou comendo qualquer coisa com sal, e acontece sempre.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Não tenho costume de ir ao médico. Remédios? Só para as cólicas menstruais, embora minha mãe afirme ter um chá “tiro-e-queda” para isso.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Eu não tenho devoção a Santos Reis, mas minha avó realiza folia todo ano. Eu respeito e gosto muito. Posso comer com toda a família e com os vizinhos do bairro pobre Caxambu do Município de Lagoa Formosa no Alto Paranaíba.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-3502861768290228095?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/3502861768290228095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=3502861768290228095' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/3502861768290228095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/3502861768290228095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/auto-anlise.html' title='Auto Análise'/><author><name>Roberta Liz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01636336405549697943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_9Vbb0UDToMM/SqUrTLpukeI/AAAAAAAAAEY/AThNasWUk7Q/S220/Formatura+Roberta+029.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-5521025214432009783</id><published>2008-01-30T18:37:00.000-08:00</published><updated>2008-01-30T18:55:04.301-08:00</updated><title type='text'>Relatórios de Pesquisa de Campo</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Feijoada do Terno de Congo de Sainha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;No dia 11 de novembro de 2007 o Terno Congo de Sainha realizou uma feijoada na rua Bernardo Guimarães, número 100, no Centro de Uberlândia, com o objetivo de angariar recursos para colaborar com os custos do terno.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A feijoada estava marcada para as 12:00 horas. O tempo não era muito favorável e estava prevista chuva para a tarde. Cheguei ao local, a academia de capoeira do Mestre Urso, às 12:30 não havia ninguém ainda. Apresentei-me ao capitão&lt;br /&gt;Zezão como aluna da disciplina Folclore Brasileiro ministrada pela Professora Renata Meira. Então ele disse, com muita presteza e receptividade, que ainda não havia ninguém, mas que eu poderia entrar e ficar à vontade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Assim fiz. Por volta de 13:30 chegaram outras pessoas. Um casal com algumas crianças e uma outra família.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Notei quando cheguei que tocava no som um Cd de uma dupla sertaneja, depois ligaram uma TV e um DVD e passaram o DVD do Emilio e Santiago, e depois alguns CDs de Axé e Pagode. Essas músicas me surpreenderam porque quando fui até a feijoada pensei que ouviria músicas do congado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Às 14:30 já havia mais algumas pessoas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Serviram a Feijoada, um prato do qual não agrado muito, mas depois de muita insistência por parte das pessoas que passavam por mim e não me viam comer em especial o capitão Zezão, servi e comi.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Depois de comer, como já havia mais algumas pessoas, conversei com algumas que não eram do terno, mas estavam ali porque alguém da família pertencia. Conversei com uma garota que estava no segundo ano no terno, estavam com ela os pais irmãos e sobrinhos, mas só ela pertencia ao terno. Pedi que me falasse um pouco sobre como era fazer parte do terno de Congo de Sainha, com muito entusiasmo ela disse que ficava extremamente nervosa na semana que antecedia a Festa a ponto de não comer nada e vomitar aquilo que comia. E no dia da festa, na hora de dançar sentia o corpo todo tremer tamanha era a emoção de ver e participar com tanta gente de toda aquela festa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Algo que me impressionou muito foi a receptividade de todos. Embora tivessem outras mesas vazias algumas pessoas sentavam comigo na minha mesa mesmo que não ficassem conversando comigo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Às 15:30 fui embora havia umas 20 pessoas ainda, e já chovia não pude ficar mais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Valeu a experiência para que eu pudesse conhecer um pouco mais do congado vendo e ouvindo aqueles que fazem parte dele.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: right;" class="MsoNormal"&gt;Próximo à minha casa há o &lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Terno Moçambique de Belém, quartel de Siricoco.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Rua Izaura Augusta Pereira  (Antiga 12) Bairro Santa Mônica.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Benzedeira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;A entrevista foi feita com a benzedeira Beni Luiza, 53 anos. Ela possui até a 3ª série, disse que não gostava de estudar porque a escola ficava a 2 léguas de casa. Segundo ela, a família nunca teve preconceito. Começou com oração contra mal olhado aos 8 anos de idade através de sua tia que também benzia. Disse que benze por caridade e gosta de ver os outros felizes. Usa qualquer ramo verde porque traz paz e ajuda a tirar o mal olhado. Geralmente quem a procura é mãe com crianças, além de pessoas com cobreiro e mal olhado, entre outros motivos. Ela falou que não gosta de benzer pessoa mais velha, mas não disse o porquê. Falou ainda que não benze todo mundo, como as “outras”, que não é invocado, ela só benze quem ela vê que precisa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Quanto ao aprendizado, disse que qualquer um pode aprender basta ter fé. Porém em outra parte da entrevista, falou que já se nasce com essa missão e que nunca ensinou pra ninguém, ora em voz alta, mas se ensinar perde os poderes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A cerca da permanência dessa prática ela disse que ainda há muitos benzedores, principalmente para o lado do Bom Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;É católica. E quando questionada a cerca da relação entre a religião e essa prática ela disse que todas as bendições vêm com o Espiritismo, o qual ela não freqüenta por medo. Diz que espírito é só pra fazer maldade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-5521025214432009783?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/5521025214432009783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=5521025214432009783' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/5521025214432009783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/5521025214432009783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/relatrios-de-pesquisa-de-campo.html' title='Relatórios de Pesquisa de Campo'/><author><name>Roberta Liz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01636336405549697943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_9Vbb0UDToMM/SqUrTLpukeI/AAAAAAAAAEY/AThNasWUk7Q/S220/Formatura+Roberta+029.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-5660259368931997166</id><published>2008-01-28T10:57:00.000-08:00</published><updated>2008-01-28T10:58:46.344-08:00</updated><title type='text'>Historias da família.</title><content type='html'>O meu vô materno me contou uma historia que ele vivenciou quando ele era criança, ele foi em um velório na cidade de Serrinha na Bahia, onde ele nasceu, lá tem a tradição de “beber o defunto”, no qual os homens bebiam cachaça e as mulheres ficavam rezando e chorando pelo morto. Na hora do enterro o morto era levado em procissão em uma rede, e quando os carregadores achavam que o defunto estava pesado eles pegavam porretes e batia no defunto para amaciar e figar mas leve para ser carregado novamente até a cova, meu comentou que era a cachaça que pesava.&lt;br /&gt;Minha vó paterna, e de Portugal, e lá ela trabalhava em dessecar e salgar o bacalhau. Ela conta que o trabalho era feito no chão com o bacalhaus no chão, e assim como ganhavam de acordo com a produção no podia parar de trabalhar e para fazer as necessidade urinaria, faziam ali mesmo perto dos bacalhaus.&lt;br /&gt;Meu bisavô materno ele fugiu da Espanha e veio para o Brasil por causa do seus pais que queriam que ele fosse padre mas ele não queria e fugiu do seminário e se refugiou aqui no Brasil.&lt;br /&gt;Não lembro outra estoria que seja relevante para esse trabalho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-5660259368931997166?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/5660259368931997166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=5660259368931997166' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/5660259368931997166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/5660259368931997166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/historias-da-famlia.html' title='Historias da família.'/><author><name>Julio Servo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11789542497724537057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-6567899538827651456</id><published>2008-01-28T10:56:00.000-08:00</published><updated>2008-01-28T10:57:19.239-08:00</updated><title type='text'>Relatório do Gongado</title><content type='html'>Acordo no Domingo de manhã, para muitos é um sacrificio, mas para mim nessa dia foi muito bom, por que fui na festa de gongado na Igreja Nossa Senhora do Rosário no centro de Uberlândia, como faço todos os anos dês da primeira vez que por acaso andado pelo centro da cidade e escutei som de tambores e fui no caminho no rumo da Igreja do Rosário chegando lá e vejo uma multidão de gente, a maioria na cor negra e também alguns (muitos) policiais.&lt;br /&gt;Não sabia o que estava acontecendo, eu como sou curioso fui aproximando mais, ao chegar vejo um desfile parecendo carnaval, mas não era carnaval por que não era fevereiro. Ai lembrei da festa de Gongado, e por ali figuei vento os ternos passando alguns coloridos com as bandeiras indo na frente de cada um dos ternos levada por meninas da maioria crianças, depois descobri que para carregar a bandeira as moças teriam que ser virgens, mas com a evolução do pensamento social alguns já não levam essa regra muito ao pé da letra.&lt;br /&gt;E no ano de 2007 fui na festa na igreja do Rosário na festa do Gongado, mas fui como admirador como todos os anos sem com compromisso de ter que fazer um relatório para a disciplina de folclore da Universidade Federal de Uberlândia. Como todos os anos me emocionei quando os ternos Moçambique passava na igreja. O som do tambor vibrava o chão e subia para meus pés e subindo até pomar conta do corpo inteiro. Isso do lugar uma “energia” tão boa e alegre que me faz voltar todos anos.&lt;br /&gt;E esse ano o que vi de diferente foi um terno de vermelho que não tinha visto nos outros anos e a dança da fitas, dançadas pelo terno do marinheirão, trançando as fitas de cetim, foi muito bem ensaiado que ele dança tranquilos e não teve problema aparente nas coreografia.&lt;br /&gt;Mais uma coisa que aconteceu comigo para encerrar e que depois que conheci o Pedro no Baiadô eu figava procurando ele para cumprimentar ele, mas esse ano ele que me viu, e eu estava distraindo que até levei um susto, por que não estava esperando. Para eu “meio que virou uma ritual”, que não podia ir embora sem falar com o Pedro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-6567899538827651456?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/6567899538827651456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=6567899538827651456' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/6567899538827651456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/6567899538827651456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/relatrio-do-gongado.html' title='Relatório do Gongado'/><author><name>Julio Servo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11789542497724537057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-4631044898021968228</id><published>2008-01-27T12:14:00.000-08:00</published><updated>2008-01-27T12:19:13.817-08:00</updated><title type='text'>PARTE I</title><content type='html'>Cultura oral tradicional versus Cultura popular urbana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Catira ou cateretê é uma dança do folclore brasileiro, em que o ritmo musical é marcado por batidas dos pés e das mãos dos participante, em torno de 10 pessoas, Alguns dizem que ela veio da África junto com os negros, outros acham que é de origem espanhola, enquanto estudiosos afirmam que ela é uma mistura com origens africana, espanhola e também portuguesa – já que a viola se originou em Portugal, de onde nos foi trazida pelos jesuítas. A coreografia é executada na maioria das vezes por homens (boiadeiros e lavradores), organizados em duas fileiras opostas, antigamente executada só por homens, hoje as mulheres já participam, e até mesmo algumas igrejas já apropriaram dessa dança como meio de evangelização, como a igreja cristã sal da terra de ituiutaba que tem um grupo de catireiros para participar das festas de peões pela região.Os participantes reproduzem o bate-pé, o bate-mão e os pulos. Vão alternando a moda e as batidas de pé e mão. O tempo da cantoria é o descanso dos dançarinos, que aguardam a volta do rasqueado. Cada grupo de Catira tem sua coreografia, que pode apresentar figurados novos, sempre com palmeado e sapateado, e há o caso de um violeiro que, sem parar de tocar, também executa um sapateado. A catira, ou cateretê, a mais brasileira de todas as danças, é hoje apresentada nas festas de peões, clubes, colégios, etc. e é muito apreciada principalmente nos estados de Goiás, São Paulo e Minas Gerais onde está sempre presente nas Folias de Reis, nas Festas do Divino, etc. Os temas das “modas” estão ligados ao cotidiano - trabalho, amores, estórias, etc.&lt;br /&gt;O cinema é a  recnica de projetar  fotogramas (quadros) de forma rápida e sucessiva para criar a impressão de movimento, bem como a arte de se produzir obras estéticas, narrativas ou não, com esta técnica. Brincar com a realidade. Ele é simultaneamente arte, técnica, indústria e mito, sendo possivel apenas graças à invenção do cinematógrafo pelos irmãod Lumière no final do século XIX. em Paris, como forma de registrar acontecimentos ou de narrar histórias, o Cinema é uma arte que geralmente se denomina a sétima arte, cinema existem duas grandes correntes: o cinema ficcional e o cinema documental.Toda atividade artistica se exprime por meios de recursos próprios, empregados na transmissão de ideias e sentimentos. Sendo acessivel a todas as classes sociais. Usado na educação, no lazer, resignificando lugares, coisas, pessoas, etc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-4631044898021968228?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/4631044898021968228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=4631044898021968228' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/4631044898021968228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/4631044898021968228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/parte-i.html' title='PARTE I'/><author><name>josim@r</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14040138921772457873</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-4951752935082397206</id><published>2008-01-27T10:02:00.001-08:00</published><updated>2008-01-27T10:03:40.086-08:00</updated><title type='text'>parte II</title><content type='html'>Minha inserção  no tecido cultural  contemporâneo vem em forma de diário:&lt;br /&gt;Meu nome é Josimar , tenho 25 anos, nasci num lar católico, onde os pais e irmãos compartilhavam  da mesma fé, muito ligado a igreja, meu  pai era  devoto de santa Luzia, e todo ano  no dia 13 de dezembro, meu pai dava um almoço para os inocentes,  crianças com menos de sete anos,ou seja, nessa data  meu pai que na época era hoteleiro, fechava as portas do  hotel e todos os funcionários ajudavam  no almoço  que foi  uma promessa pela  cura  recebida da minha irmã mais velha por ter nascido com problemas de vista, eram muitas crianças, nesse dia me esbaldava na comilança, era muito bom,  mas quase nunca tivemos imagens de santos  dentro de casa, somente terços e alguns santinhos de mão,  a família da mãe sempre foi evangélica, já a do meu pai  todos eram católicos.  Aos 5 anos de idade sofri um grave acidente de carro, fui atropelado por um fusca emfrente ao hotel da minha família, os médicos disseram que nunca mais voltaria andar, foram 9 meses com as duas pernas engessada e deitado  numa cama assistindo todo santo dia ao show da Xuxa, após esse período realmente n minha perna não havia voltado ao normal, mas o medico fez uma tentativa de engessar a perna boa parar  me obrigar  a mexer com a outra, o que deu muito certo, após um mês,  já estava restabelecido, e devido a isto, mais um voto do meu pai teve de ser pago, fomos para água santa levar o gesso das minhas pernas. O local era muito estranho, avinham  esculturas de pés, cabeças, mãos, pernas, olhos, ate  de manequins inteiros, cabelos de todos os  tipos, carrinhos e casinhas.  Já  comunguei sem ter feito 1ª comunhão,  quando era criança vi  o povo entrando na fila e fui também, sempre curioso, acabei comungando e tomando um sermão da minha tia, após este episodio, fiz 1ª comunhão,  fui coroinha da igreja onde tocava o sininho durante a missa, com a  separação dos meus pais, fui morar com minha mãe e avós, então comecei a freqüentar a igreja evangélica onde me batizei aos 12 anos, mas após esta data como era vontade  do meu   pai que eu fizesse a eucarística, após seu falecimento, acabei fazendo sua vontade. Foi nessa mudança de  realidade que vivi  ainda criança apartir dos 6 anos onde  meus pais se separaram que tudo mudou, pois morando com meus avós maternos, meu avô que alem de pedreiro era sanfoneiro, começou a me despertar para musica, onde aos 7 comecei no conservatório para aprender violão, mas foi onde descobri o teatro, e permaneci nele, o violão foi minha tristeza, não gosto nem de lembrar,mas aprendi flauta e piano. Aos 12 anos  estreei  meu primeiro espetáculo  teatral “ cavalinho azul”, onde meu pai que também sempre foi um dos meus apoiadores estava sentado na primeira fileira, nesse momento da vida ele já estava próximo de sua morte. Ele chorou tanto de emoção,  um ano depois veio a falecer.&lt;br /&gt;Quando me batizei na igreja evangélica minha mãe e irmãos   continuaram na católica.&lt;br /&gt;Hoje  minha mãe  e irmã  a apenas 10 anos tornaram-se evangélicas, juntamente com outros membros da família. Meu irmão ainda continua católico.&lt;br /&gt;A pratica de pagar promessas, ainda existe  mas não  como a maioria  cristã conhece, para imagens de santos,  mas sim como um preceito bíblico: “ e tudo quando fizerdes, fazei-o de todo coração, como ao senhor e não aos homens; sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque Cristo, o Senhor servis. Colossenses 3:23 e 24”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-4951752935082397206?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/4951752935082397206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=4951752935082397206' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/4951752935082397206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/4951752935082397206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/parte-ii_27.html' title='parte II'/><author><name>josim@r</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14040138921772457873</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-3436938417831973027</id><published>2008-01-27T10:02:00.000-08:00</published><updated>2008-01-27T10:03:38.553-08:00</updated><title type='text'>parte II</title><content type='html'>Minha inserção  no tecido cultural  contemporâneo vem em forma de diário:&lt;br /&gt;Meu nome é Josimar , tenho 25 anos, nasci num lar católico, onde os pais e irmãos compartilhavam  da mesma fé, muito ligado a igreja, meu  pai era  devoto de santa Luzia, e todo ano  no dia 13 de dezembro, meu pai dava um almoço para os inocentes,  crianças com menos de sete anos,ou seja, nessa data  meu pai que na época era hoteleiro, fechava as portas do  hotel e todos os funcionários ajudavam  no almoço  que foi  uma promessa pela  cura  recebida da minha irmã mais velha por ter nascido com problemas de vista, eram muitas crianças, nesse dia me esbaldava na comilança, era muito bom,  mas quase nunca tivemos imagens de santos  dentro de casa, somente terços e alguns santinhos de mão,  a família da mãe sempre foi evangélica, já a do meu pai  todos eram católicos.  Aos 5 anos de idade sofri um grave acidente de carro, fui atropelado por um fusca emfrente ao hotel da minha família, os médicos disseram que nunca mais voltaria andar, foram 9 meses com as duas pernas engessada e deitado  numa cama assistindo todo santo dia ao show da Xuxa, após esse período realmente n minha perna não havia voltado ao normal, mas o medico fez uma tentativa de engessar a perna boa parar  me obrigar  a mexer com a outra, o que deu muito certo, após um mês,  já estava restabelecido, e devido a isto, mais um voto do meu pai teve de ser pago, fomos para água santa levar o gesso das minhas pernas. O local era muito estranho, avinham  esculturas de pés, cabeças, mãos, pernas, olhos, ate  de manequins inteiros, cabelos de todos os  tipos, carrinhos e casinhas.  Já  comunguei sem ter feito 1ª comunhão,  quando era criança vi  o povo entrando na fila e fui também, sempre curioso, acabei comungando e tomando um sermão da minha tia, após este episodio, fiz 1ª comunhão,  fui coroinha da igreja onde tocava o sininho durante a missa, com a  separação dos meus pais, fui morar com minha mãe e avós, então comecei a freqüentar a igreja evangélica onde me batizei aos 12 anos, mas após esta data como era vontade  do meu   pai que eu fizesse a eucarística, após seu falecimento, acabei fazendo sua vontade. Foi nessa mudança de  realidade que vivi  ainda criança apartir dos 6 anos onde  meus pais se separaram que tudo mudou, pois morando com meus avós maternos, meu avô que alem de pedreiro era sanfoneiro, começou a me despertar para musica, onde aos 7 comecei no conservatório para aprender violão, mas foi onde descobri o teatro, e permaneci nele, o violão foi minha tristeza, não gosto nem de lembrar,mas aprendi flauta e piano. Aos 12 anos  estreei  meu primeiro espetáculo  teatral “ cavalinho azul”, onde meu pai que também sempre foi um dos meus apoiadores estava sentado na primeira fileira, nesse momento da vida ele já estava próximo de sua morte. Ele chorou tanto de emoção,  um ano depois veio a falecer.&lt;br /&gt;Quando me batizei na igreja evangélica minha mãe e irmãos   continuaram na católica.&lt;br /&gt;Hoje  minha mãe  e irmã  a apenas 10 anos tornaram-se evangélicas, juntamente com outros membros da família. Meu irmão ainda continua católico.&lt;br /&gt;A pratica de pagar promessas, ainda existe  mas não  como a maioria  cristã conhece, para imagens de santos,  mas sim como um preceito bíblico: “ e tudo quando fizerdes, fazei-o de todo coração, como ao senhor e não aos homens; sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque Cristo, o Senhor servis. Colossenses 3:23 e 24”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-3436938417831973027?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/3436938417831973027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=3436938417831973027' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/3436938417831973027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/3436938417831973027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/parte-ii.html' title='parte II'/><author><name>josim@r</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14040138921772457873</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-5852567615833590647</id><published>2008-01-26T09:00:00.000-08:00</published><updated>2008-01-26T09:05:02.505-08:00</updated><title type='text'>Trabalho individual</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Música Caipira&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O movimento rural é uma forma de manifestação cultural baseada em usos e costumes populares e regionais, retratando a vida e o pensamento da população do campo e/ou do interior do país.&lt;br /&gt;A música da terra surgiu de uma necessidade da sociedade rural de expressar através de canções, suas venturas e desventuras, alegrias e tristezas, prazeres e dores. Lógico que os temas estão vinculados à sua realidade de vida, seus modos e costumes, bem como a seus princípios éticos, religiosos e morais.&lt;br /&gt;Em muitas citações do século passado, sobre o interior do Brasil, comentava-se sobre diversos tipos de festas musicais típicas, bem como sobre manifestações musicais associadas aos condutores de boiadas ou tropeiros. Essas cantigas e desafios, sempre em tom de alegria, consistiam em interpelações de um boiadeiro para outro e eram uma derivação de dois gêneros tipicamente portugueses.&lt;br /&gt;A cantiga (do latim canticula – cançãozinha), remonta ao século XIII, com acompanhamento de instrumento de cordas, chamado no século XVIII de "poesia cantada", formada de redondilhas ou de versos menores que estas, dividida em estrofes iguais, com andamento melancólico e concentrado. O desafio, sempre representou em Portugal, um gênero musical baseado no canto de improviso e alternativo, com outras pessoas provocando o desafiante, até que se proclamasse o vencedor.&lt;br /&gt;Cidade e campo: duas economias diversas e interdependentes. Nem o homem do campo pode prescindir das modernidades industriais, nem o homem da cidade pode prescindir da lavoura e criação&lt;br /&gt;Com a vinda para as cidades de grande parte da população rural (mais de 60%), em busca de melhores condições de vida é que a música rural brasileira passou por uma reformulação geral, trocando o velho chapéu de palha pelos vistosos chapéus de feltro e pêlo, e a falta de dentes foi substituída por um rosto limpo ou de grandes bigodes ou barbas. Até óculos escuros tornaram os cantores mais sofisticados. E a mudança trouxe em seu bojo, evidentemente, uma grande quantidade de aproveitadores e viajantes, dispostos a fazer fortuna, sem compromisso algum com as raízes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;TELENOVELAS&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O folhetim ou narrativas folhetinescas exploram na grande maioria, algumas tensões como o amor proibido e incidentes paralelos que contribuem para aviva-lo , criam interesses e retardam o indispensável “final feliz”.&lt;br /&gt;Tudo começou na França, em 1830, com Émile de Girardin, o inventor do folhetim. Ele queria ampliar o consumo de jornais, junto às classes populares e usou de expedientes que poderiam baratear as publicações.&lt;br /&gt;A evolução do folhetim/romance para romance/folhetim é vista da seguinte maneira: no início, os romances eram fragmentados e adaptados para serem adaptados para o jornal. Depois disso se inverte o processo. Escrevem-se histórias diretamente para o formato folhetim , sendo que mais tarde essas mesmas histórias foram condensadas e transformadas em obras romanescas com o formato de origem.&lt;br /&gt;O radio com as radionovelas e por fim a televisão incorporou esse modelo em suas narrativas e, por mais que tente se desvincular dele por meio de novas roupagens , as evidências dessa origem mantêm-se intactas, é o que vemos na teledramaturgia.&lt;br /&gt;Agora só nos resta a esperar como a internet irá incorporar os folhetins.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parte II&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos seres humanas que se relaciona com outros seres humanas na qual formam comunidades e sociedades, exercem influencias em outros seres, principalmente os que estão com a gente dês do inicio de nossa existência, que são os nossos pais.&lt;br /&gt;Eles que nos ensinaram a falar, a andar e até a amar, para mim os meus pais e minha família no geral são os meus maiores mestres, que me ensinaram tudo pelo exemplo, assim descreverei algumas tradições familiares.&lt;br /&gt;Na minha família de origem européia, o nome e a maior forma de dignidade acima de qualquer coisa, “o nome lindo” e preservação da reputação e a honra da família, mas se alguem ficar com “o nome sujo” a família inteira tenta de todas as maneiras reverter essa maneira, porem com a evolução do pensamento essa pessoa não são rejeitadas e nem excluída, e sim lembrada a todo momento o seu erro a cada passo errado.&lt;br /&gt;A alimentação e o elemento maior na tradição de minha família. Todo natal tem o Peru e o cozido de bacalhau e o doce de aletria, o bolinho de bacalhau e constante na mesa da cozinha, e a roupa velha com batatas aos murros nos almoços de domingo.&lt;br /&gt;A religião e a expressão mais diversa, mas sem conflito, de minha família na qual tem católicos, espíritas, evangélicos e ateus, todos se respeitando sem a disputa de religião de mais mérito.&lt;br /&gt;Estas coisas estão tão inseridos no meu ser, que troco que atividade extra para uma reunião familiar, conversas, beber um vinho do porto, andar na praça e jogar uma pelada. Portanto essas expressões serão passadas para os meus filhos de uma maneira natural, e espero que de certa forma isso se mantenha para os meus netos e assim por diante. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-5852567615833590647?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/5852567615833590647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=5852567615833590647' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/5852567615833590647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/5852567615833590647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/trabalho-individual.html' title='Trabalho individual'/><author><name>Julio Servo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11789542497724537057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-1635136098753231326</id><published>2008-01-25T16:28:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T16:36:23.416-08:00</updated><title type='text'>trabalho individual escrito</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(Parte I) ANÁLISE COMPARATIVA                                                                                        Carnaval (cultura oral tradicional) X Funk (cultura  popular urbana)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Modo de transmissão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;        O Carnaval foi originado na antiguidade e recuperado pelo cristianismo, começando no dia de Reis e acabando na quarta-feira de cinzas, às vésperas da quaresma. O termo Carnaval surgiu do “adeus à carne” ou “carne nada vale”. Durante esse período cada cidade tinha os festejos a seu modo, de acordo com seus costumes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         O Funk carioca é um tipo de música eletrônica originado no Rio de Janeiro, derivado e levemente parecido com o Miami Bass, devido à sua batida rápida e aos vocais graves. No Rio, o funk carioca é chamado simplesmente de funk, apesar de ser um gênero diferente do funk americano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trajeto histórico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;         No fim do século XIX, vários grupos ocuparam as ruas do Rio de Janeiro, servindo de modelo para as diferentes folias e, nessa época, eram indiscriminadamente de cordões, ranchos e blocos. Em 1890 Chiquinha Gonzaga compôs a primeira música (“ô abre alas”) específica para o Carnaval.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         O funk teve início na década de 70, quando surgiram as primeiras equipes de som no Rio de Janeiro, como a Soul Grand Prix e a Furacão 2000, que organizavam bailes dançantes. Os primeiros bailes eram feitos com vitrolas hi-fi e as equipes foram, aos poucos, crescendo e comprando equipamentos melhores. Com o crescimento dos bailes, por volta de 1989, começaram a surgir músicas em português.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Relação de classes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;         Os foliões do Carnaval costumavam freqüentar os bailes fantasiados, usando máscaras e disfarces inspirados nos bailes de máscaras parisienses. As fantasias mais tradicionais e usadas até hoje são as de Pierrot, Arlequim e Colombina, originárias dos bailes italianos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         Nos bailes de funk, ao mesmo tempo em que as músicas abordavam o cotidiano das classes baixas, alguns bailes começaram a ficar mais violentos e ser palco de "brigas de galeras", onde pessoas de dois lugares dividiam a pista em duas e quem ultrapassasse as fronteiras de um dos "lados", era agredido pela outra galera.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aspectos de dominação e hegemonia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;         A festa carnavalesca brasileira começou a ser civilizada por meio da importação dos bailes parisienses, colocando o Entrudo Popular (como era conhecido) sob forte controle policial. Por volta de 1890 tentaram modificar a data do Carnaval, deslocando-o para os meses do inverno, "para evitar os malefícios do verão escaldante". Contudo, nenhuma tentativa de mudar a data do Carnaval teve sucesso no Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         A violência não fez o funk parar por aí, a pressão da polícia, da imprensa e a criação de uma CPI na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro em 1999 e 2000 acabaram com a violência em grande parte dos bailes. Com o tempo as músicas se tornaram mais dançantes e as letras mais sensuais. Assim, do morro ao asfalto o funk conseguiu integrar as classes cariocas, que eram tão divididas no interior de uma mesma cidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resignificação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;         O Carnaval do Rio de Janeiro é considerado um dos mais importantes desfiles do mundo e o de São Paulo, após ser transmitido pela rede Globo, também tem ganhado destaque. No Rio de Janeiro e em outras cidades, as Escolas de samba fazem desfiles organizados que são, na verdade, um concurso para a eleição da melhor escola do ano, de acordo com regras técnicas e estéticas. Surgiu daí a indústria do carnaval gerando muitos empregos nos barracões das escolas de samba na confecção dos carros alegóricos, fantasias e adereços carnavalescos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         O funk ganha cada vez mais espaço fora do Rio e ganha reconhecimento internacional, sendo eleito umas das grandes sensações do verão europeu em 2005 e ser base para um êxito da cantora MIA, Bucky Done Gun. Recentemente o Funk tem se firmado como o ritmo mais ouvido e o mais influenciador da juventude carioca. Falando sobre a realidade e atual situação do Rio de Janeiro de maneira irreverente e muitas vezes criminosa, o funk conseguiu atrai cada vez mais a massa jovem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Criação e uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;         No Carnaval, além dos desfiles das escolas de samba acontecem também os desfiles de blocos menores e dos blocos de empolgação, que são simplesmente grupo de pessoas que saem desfilando pelas ruas das cidades para se divertir, sem competição. Também há desfiles de bandas, que reúnem muitos carnavalescos acompanhando, e os bailes de carnaval, realizados em clubes, ou em áreas públicas abertas, com execução de músicas carnavalescas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         Com o nascimento de novas equipes e rádios de funk, além do interesse cada vez maior nos bailes por parte da classe média, principalmente o Baile do Castelo das Pedras, em Rio das Pedras, Zona Oeste, o funk vem se firmando como um ritmo forte e crescente, apesar do grande preconceito ainda existente. Algumas letras eróticas e de duplo sentido também revelam uma liberdade de expressão comuns a estilos musicais populares no Brasil como o Axé e o forró, além da criatividade.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parte II) MINHA INSERÇÃO NO TECIDO CULTURAL&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         Todos nós, como seres sociais, somos resultado das influências dos mais diversos tipos de culturas. Somos influenciados por nossos pais, que foram influenciados por nossos avós e assim por diante. Essa cultura é conhecida como oral tradicional, que passa de uma geração para outra.&lt;br /&gt;         Além da cultura oral tradicional, encontramos durante a nossa vida a cultura popular que, segundo Aretz, é a que anda pelo povo e este a assimila; a cultura massiva, também conhecida como indústria cultural, mas apesar de ser criticada é uma forma de divulgação dos outros tipos de cultura; a cultura erudita, criada por poucos e para poucos; a cultura urbana ou folclore urbano, que é uma manifestação originada na zona urbana; a cultura acadêmica, que somos inseridos no ensino superior, entre outras culturas populares.&lt;br /&gt;         Analisando minha inserção no tecido cultural, a partir das influências familiares, pude perceber que a tradição familiar foi o que teve maior importância na formação do que sou hoje. Algumas influências familiares foram: meu modo de falar; o respeito com o próximo, principalmente com os mais velhos em idade; o esforço pra conseguir o que quero – sempre tive exemplo dos meus pais e avós, que preciso “ralar” muito pra conseguir meus objetivos com meu próprio mérito – e estudar para ter crescimento profissional, que eles não tiveram oportunidade; o cuidado com a saúde através de remédios naturais; saber e ter prazer em cozinhar refeições, quitandas, sobremesas etc, fazer as atividades de casa e trabalhos manuais (crochê, ponto cruz, entre outros); e também nos relacionamentos, como apresentar o namorado para os pais, fazer cerimônia de noivado (que terminei há alguns meses) e de preferência casar na igreja – o que ainda é um plano deles e meu também.&lt;br /&gt;         Pela tradição familiar, a religião seguida seria a católica, com participação ativa nas festas do congado, festa de Reis, ir andando a Romaria etc. Mas minha avó paterna se converteu na igreja evangélica e meus pais a seguiram (minha mãe era vizinha deles e iam junto para a igreja), por isso sou de berço evangélico pentecostal e segui meus pais. Essa aceitação pela fé evangélica foi o que me colocou distante do catolicismo, apesar de ser muito ligada à minha família materna, só agora descobri, com os trabalhos da disciplina folclore brasileiro, que meu avô é capitão de um grupo de folia de Reis há mais de 20 anos. Fiquei muito surpresa com essa descoberta, porque sempre soube que ele tocava e cantava, mas nunca tive interesse no assunto, mesmo vendo ele sempre ao menos três vezes por semana e sendo muito ligada a ele.&lt;br /&gt;         Por meio da religião (um tipo de cultura popular) e da família, resultei em uma pessoa que sai raríssimas vezes para festas/baladas à noite, assim como outros tipos de diversões também. Somos bastante caseiros, mas uma viagem para a fazenda dos tios, de vez em quando, cai muito bem e faz muito bem pra nós e para eles também. Para completar meu lazer, às vezes, vou ao cinema com os amigos. Minhas diversões são sempre assim, nada radicais, mas seguem meu estilo de vida e eu gosto muito de tudo isso.&lt;br /&gt;         Encontro influências da cultura massiva nas músicas que eu ouço, nas roupas (que também seguem a cultura popular) que eu uso, apesar de ter um estilo mais individual do que seguindo a moda, assim como nos momentos de diversão, como o cinema, que é divulgado pela televisão.         &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Enfim, a cultura que mais tem marcado minha vida, recentemente, é a cultura acadêmica, pois está ampliando meu conhecimento da realidade e de diversos assuntos, assim como me conhecendo também, por meio dos meus antepassados e das influências culturais – conhecimento este que foi adquirido por meio desta disciplina. Além da minha auto-compreensão a cultura acadêmica vem me trazendo crescimento profissional, pessoal e me faz perder, a cada dia, as idéias pré-concebidas que costumo ter sobre o desconhecido. Então, agora, procuro conhecer e sempre descubro em tudo muitas coisas interessantes que eu não imaginava encontrar pela pré-concepção das idéias.  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-1635136098753231326?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/1635136098753231326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=1635136098753231326' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1635136098753231326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1635136098753231326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/trabalho-individual-escrito_25.html' title='trabalho individual escrito'/><author><name>Lidypm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10811787604337264655</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_fHKEAdWwoHA/SgJLLeNHXnI/AAAAAAAAABU/hfBd2m13dao/S220/DSC05937.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-3865469484486612528</id><published>2008-01-25T11:51:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T11:52:19.656-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Não consigo inserir as imagens, nem editar os textos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-3865469484486612528?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/3865469484486612528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=3865469484486612528' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/3865469484486612528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/3865469484486612528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/no-consigo-inserir-as-imagens-nem.html' title=''/><author><name>Monique Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-t0rdjYP4PHg/Ts1M-UcnoVI/AAAAAAAAAGg/78gTNwFtLMg/s220/SP2mim.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-2422155781430710482</id><published>2008-01-25T11:50:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T11:51:22.070-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="color: green;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Eu -Inserida na cultura&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Nome: Monique Francielle Alves Ferreira, nome da personagem de um livro de romance;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Descendência: Africana, Portuguesa e Italiana;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Nascimento em Uberlândia, mas sempre vivi em Araguari, visitava muito parentes em Tupaciguara, agora retorno a Uberlândia;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Venho: de brincadeiras de fundo de quintal, brincadeiras com primas/os, amarelinha, brincar de casinha, pique-pega;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Adolescência: revolta, roupas estranhas, bebidas e drogas, meia-noite pai esperando na porta da festa;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Família: reunião todo domingo na casa da vó, café da manhã com bolinho de chuva, almoço galinhada, pequi; janta na casa do vô (quando vivo), era viciado em jogo e ensinou os netos a jogar; semana santa bacalhau, mas sem deixar de ter outras carnes e bebidas; natal na família do pai, virada de ano família da mãe;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Sonho: casar virgem, sonho não realizado;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Classe social: “C”, às vezes “D”;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Vivo no meio Acadêmico (UFU), curso Teatro;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Política: Participo do Diretório Acadêmico do curso de teatro, já estive em passeatas contra aumento do passe coletivo, contra a reforma universitária, criando versos de luta, colocamos o DCE-MUDA pra fora da Universidade, e lutamos por um DCE novo e democrático que estivesse do lado dos alunos, DCE-atitude, desilusão total, Heloísa Helena pra presidente! ;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Moro sozinha em Uberlândia ao lado da Universidade, aonde vou encontro universitários, supermercados, bares, shows;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Comida: Restaurante Universitário, comidas instantâneas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Roupas: tênis, calça, blusa...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Morena, cabelo sarará, 1,72, magrela;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Underground, emo, rockeira, funckeira, BG, patricinha, louca …Não obrigada, sou a Monique mesmo;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Música: Mutantes...hoje;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;ü&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Desejos: profissão estável, casar, ter filhos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Todas essas minhas experiências e relações contribuem para meus pensamentos, ideais, desejos, e influência a minha maneira de ser e de ver o mundo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-2422155781430710482?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/2422155781430710482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=2422155781430710482' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/2422155781430710482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/2422155781430710482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/eu-inserida-na-cultura-nome-monique.html' title=''/><author><name>Monique Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-t0rdjYP4PHg/Ts1M-UcnoVI/AAAAAAAAAGg/78gTNwFtLMg/s220/SP2mim.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-3008274769437820004</id><published>2008-01-25T11:43:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T11:48:11.108-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center; font-family: arial; font-weight: bold;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cultura Urbana-Grafite&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A cultura urbana nasce da urbanização que se tem com a revolução industrial, e a mudança de valores, conceitos, e surgimento de grandes metrópoles contemporâneas, criando-se a ruptura com a cultura já existente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Podemos perceber várias maneiras de expressão da cultura urbana como shoppings, jogos eletrônicos, porém destacarei aqui o grafite-escrita feita com carvão em muros, um tipo de arte que sai do meio acadêmico e dos ateliês.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;            &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;o:wrapblock&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;   &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;   &lt;v:formulas&gt;    &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;    &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;    &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;    &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;    &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;    &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;   &lt;/v:formulas&gt;   &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;   &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt;  &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" style="'position:absolute;"&gt;   &lt;v:imagedata src="file:///C:/WINDOWS/TEMP/msoclip1/01/clip_image001.wmz" title=""&gt;   &lt;w:wrap type="topAndBottom"&gt;  &lt;/v:shape&gt;&lt;![if gte mso 9]&gt;&lt;o:oleobject type="Embed" progid="Word.Picture.8" shapeid="_x0000_s1026" drawaspect="Content" objectid="_1262730291"&gt;  &lt;/o:OLEObject&gt;  &lt;![endif]&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;table cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;    &lt;td height="0" width="60"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td&gt;&lt;img src="file:///C:/WINDOWS/TEMP/msoclip1/01/clip_image002.gif" shapes="_x0000_s1026" height="354" width="474" /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;/o:wrapblock&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Temos conhecimento do grafite desde o Império Romano, e sua volta na contemporaneidade é usado por artistas no meio público modificando-o e manifestando sua arte, idéias, o meio em que vive, repressões, e injustiças sofridas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Está arte esta intimamente ligada ao movimento hip-hop, e ressurge com pessoas da periferia que a usam como forma de protesto as opressões vivenciadas, impondo aqueles que vivem nos grandes centros urbanos a terem conhecimento deste outro mundo que acostumaram a não tem contato. Ele tem destaque nos EUA, onde pesquisadores supõe ter sido sua volta, em Paris, na revolução contracultural de 68, e no Brasil onde seu primeiro surgimento se deu em São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;O trabalho do grafiteiro é desenvolvido com spray, e por muitos é considerado como ato de vandalismo, pichação, sendo marginalizada por usarem patrimônios históricos não autorizados, obras de arte e monumentos que geram turismo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Para muitas pessoas o grafite acaba não sendo valorizado como arte, e é visto como algo&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;negativo ou apenas poluição visual, já para aqueles que trabalham com está arte o grafite é uma maneira de expressar a falta de oportunidades dos menos favorecidos e as condições precárias em que vivem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Existe rivalidade entre grafiteiros e as disputas são feitas com grafites por toda as cidades. Chegando no Brasil o grafite ganha um estilo diferente, sendo reconhecido como um dos melhores do mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Atualmente o grafite está sendo valorizado através de eventos onde se fale sobre, passando informações para aqueles que não têm conhecimento sobre está maneira de expressão, e trazendo os grafiteiros para contribuir na estética urbana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-3008274769437820004?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/3008274769437820004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=3008274769437820004' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/3008274769437820004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/3008274769437820004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/cultura-urbana-grafite-cultura-urbana.html' title=''/><author><name>Monique Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-t0rdjYP4PHg/Ts1M-UcnoVI/AAAAAAAAAGg/78gTNwFtLMg/s220/SP2mim.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-3711852639142871552</id><published>2008-01-25T11:37:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T11:41:55.615-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial;"&gt;Cultura Oral Tradicional-Dança Moçambique&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A escrita se apresenta como hegemonia em nosso mundo, porém o Moçambique, inserido no meio cultural como cultura oral tradicional, tem sobrevivido a isto e, ele conseguiu resistir através de pessoas que ainda o transmitem para outras por meio das palavras, dança, movimento, sons, histórias, memória, observação, escuta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não se sabe exatamente sua origem, porém alguns pesquisadores supõem que está dança tem sua origem na África, já outros pressupõe que ela surgiu no Brasil em um agrupamento de escravos vindos de Moçambique. È uma dança guerreira, onde as pessoas tentam se impor, que chegou ao Brasil para ser usada na catequese indígena. Faz seu louvor a São Benedito seu ponto forte é a dança, pois a parte dramática não se dá muita importância. Ao longo do tempo sofreu várias mudanças e as pessoas chegam a confundi-la com o congado e outras danças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;o:wrapblock&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;   &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;   &lt;v:formulas&gt;    &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;    &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;    &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;    &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;    &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;    &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;   &lt;/v:formulas&gt;   &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;   &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt;  &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" style="'position:absolute;" wrapcoords="-55 0 -55 21518 21600 21518 21600 0 -55 0"&gt;   &lt;v:imagedata src="file:///C:/WINDOWS/TEMP/msoclip1/01/clip_image001.png" title=""&gt;   &lt;w:wrap type="topAndBottom"&gt;  &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;table cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;    &lt;td height="0" width="84"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td&gt;&lt;img src="file:///C:/WINDOWS/TEMP/msoclip1/01/clip_image002.jpg" shapes="_x0000_s1026" height="264" width="396" /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;/o:wrapblock&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A dança se apresenta mais difundida na região sudeste e centro-oeste do Brasil, é formado por mestre, contramestre, rei, general, capitão, instrumentistas, dançarinos, e as mulheres só eram permitidas como rainhas e porta-bandeiras. A música do Moçambique se aproxima a um cantar declamado, a apresentação se inicia com uma saudação religiosa. Os sons são tirados de instrumentos feitos manualmente pelos moçambiqueiros, como guisos, feitos de latinhas com pedrinhas ou chumbo, e bastões, que são feitos por três diferentes tipos de madeiras que serviram para a tortura de Cristo, o cedro, a acácia e a braúma. Usam textos religiosos, louvando o Santo.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Na dança não existe uma ordem definida, o mestre é quem puxa a coreografia, se tem duas fileiras que guerreiam e jogam com os bastões e guisos gerando o som e a dança, o dançarino que encostar no bastão deve se retirar da dança.Eles criam movimentos se curvando, dobrando os joelhos, pulando, tentando ir ao fundo da terra como o mastro fincado no solo. Costumam usar roupas simples e brancas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyText"&gt;A dança é feita várias vezes ao dia, em frente a clubes, casas de pessoas importantes, pessoas que contribuem para a apresentação e lugares populares. A cerimônia se encerra com louvor a São Benedito.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t202" coordsize="21600,21600" spt="202" path="m0,0l0,21600,21600,21600,21600,0xe"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:path gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1027" type="#_x0000_t202" style="'position:absolute;"&gt;  &lt;v:textbox style="'mso-next-textbox:#_x0000_s1027'/"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;table align="left" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td height="5" width="132"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;   &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border: 0.75pt solid black; background: white none repeat scroll 0% 50%; vertical-align: top; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" align="left" bgcolor="white" height="87" valign="top" width="315"&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]--&gt;&lt;span style="position: absolute; z-index: 2;"&gt;   &lt;table style="top: 1074px; height: 61px;" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;    &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;&lt;!--[endif]--&gt;     &lt;div shape="_x0000_s1027" style="padding: 3.6pt 7.2pt;" class="shape"&gt;     &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Esta     dança é de São Benedito.&lt;br /&gt;    &lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;São Benedito foi quem dançou&lt;br /&gt;    &lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;ele dançou e subiu pro céu&lt;br /&gt;    &lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;hoje dançamos nós pecadores.&lt;/p&gt;     &lt;/div&gt;     &lt;!--[if !mso]--&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if !mso &amp; !vml]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-3711852639142871552?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/3711852639142871552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=3711852639142871552' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/3711852639142871552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/3711852639142871552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/cultura-oral-tradicional-dana-moambique.html' title=''/><author><name>Monique Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-t0rdjYP4PHg/Ts1M-UcnoVI/AAAAAAAAAGg/78gTNwFtLMg/s220/SP2mim.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-6091915982730209904</id><published>2008-01-25T11:02:00.001-08:00</published><updated>2008-01-25T11:02:59.970-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-6091915982730209904?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/6091915982730209904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=6091915982730209904' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/6091915982730209904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/6091915982730209904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/blog-post_25.html' title=''/><author><name>Monique Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-t0rdjYP4PHg/Ts1M-UcnoVI/AAAAAAAAAGg/78gTNwFtLMg/s220/SP2mim.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-151483385831492301</id><published>2008-01-25T08:11:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T08:15:36.497-08:00</updated><title type='text'>ENTREVISTA OM FAMILIA DE CARROCEIROS</title><content type='html'>Entrevista  feita junto com a colega Flavia Amorim; visitamos  juntos os carroceiros entrevistados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos num mundo repletos de diferenças, uma miscigenação impossível de catalogar, tive a oportunidade de conhecer o Sr. Levi Lopes da Silva, que nasceu  em Dores do indaiá uma cidadezinha que fica próximo a Belo Horizonte,  tem 67 anos, aposentado é casado  tem 2 filhos, um casal.&lt;br /&gt; Hoje não trabalha mais como carroceiro, estudou até a 4ª serie, e  começou no oficio aos 27 anos, filho de   produtor rural, nos contou que é apaixonado por essa profissão, trabalhou  40 anos , sendo que 30 desses foi num único lugar em uma casa de material de construção chamada   constrular, não tinha carteira assinada, mas pagava INSS  como autônomo,  nesse período  comprou casas, terrenos, caminhão e carro. Disse-nos também que só deixou  o oficio por não ter como cuidar dos  animais dentro da cidade, ressalta que a sociedade é preconceituosa em comparação  ao motorista de carro. Dá um exemplo que na época que ele  trabalhava  quando parava com a carroça  no sinal de transito e estavam entregando panfletos, não davam para ele e hoje quando ele para de carro, enche-o  de  panfletos, segundo ele  da vontade  de não aceitar. “A sociedade acha que nós não somos gente”,diz.&lt;br /&gt;De família evangélica, vai aos cultos frequentemente, seu filho também foi carroceiro por influencia dele, mas hoje é pedreiro.&lt;br /&gt;Ele guarda tudo num cômodo em sua casa que fica no Santa Mônica, tem vontade de trabalhar  outra vez, um grande  sonho voltar a  mexer com gado, com criações.&lt;br /&gt;Tem habilitação  de carroça e de automóvel.&lt;br /&gt;Nesse mesmo contexto social profissional,  fomos de encontro a uma família  de carroceiros no Tibery, logo de cara a casa simples nos impressiona devido a quantidade de entulho, muitas garrafas pet, papelão, ferro, latinhas, e no terreno ao lado d os cavalos, quem nos recebe ao batermos palma é um jovem por nome Francisco André, 27 anos, nascido em Uberlândia; mora com a esposa e suas 2 filhas no Santa Mônica, mas trabalha na casa da mãe junto com o irmão, são eles que sustentam a família com a  catação de plásticos, latas,  papelão, pet. Francisco nos relata que começou aos 5 anos acompanhando o pai, junto com seu irmão, o pai começou na década de 80, e desde  criança ele e o irmão ajudavam ao pai na catação independente do tempo saiam e saem  ate debaixo de chuva. Mesmo  com a morte do pai, os dois  continuam no oficio. Ele estudou ate a 4ª serie, já o irmão concluiu o segundo grau. Não pensa em largar a profissão, mas sonha poder dar uma condição melhor  para família. Julga a  sociedade ter muito  preconceito, ficam com dó e as vezes ate  medo, pois acham que o que fazemos não é profissão, ressalta  que muita gente se faz de catador, para ficar pedindo nas ruas, ate mesmo cercam  pessoas nas ruas.&lt;br /&gt; Não possui carteira nacional  de  habilitação, somente carteira de carroceiro, fala que isso foi  feito para poder saber quem são os maus carroceiros, atrvés da placa, para  poder punir se cometerem alguma infração. Diz que essa associação existe só na teoria. Se diz  católico, mas não vai há igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Próximo a minha casa na antiga 12 no bairro Santa Mônica, fica o terno Moçambique de  Belém, quartel do siricôco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-151483385831492301?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/151483385831492301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=151483385831492301' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/151483385831492301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/151483385831492301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/entrevista-om-familia-de-carroceiros.html' title='ENTREVISTA OM FAMILIA DE CARROCEIROS'/><author><name>josim@r</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14040138921772457873</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-7851016799701187403</id><published>2008-01-25T07:51:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T07:58:02.646-08:00</updated><title type='text'>Relatório de pesquisa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;(entrevista com família de carroceiros)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;_____Francisco Pereira dos Santos (Chiquinho), 56, cresceu em uma fazenda nos arredores de Uberaba – MG e veio para Uberlândia com a mãe, após o falecimento de seu pai. Pelo conhecimento que tinha na área e pela necessidade começou a trabalhar como carroceiro aos 19 anos, fazendo frete para casas de materiais de construção, entulhos e outros. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;_____Assim como é apresentado no texto de Sérgio Paulo Morais, Francisco diz que ser carroceiro é tradição de família e, para exercer essa atividade é necessário saber cuidar de seu animal e ter prática nisso, além de ter um espaço adequado para ele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;_____A casa de Chiquinho também é marcada por algumas características citadas no texto “trabalho e vivências de carroceiros: modos, tradição e vida” de Sérgio Paulo Morais: uma pequena horta, algumas ervas medicinais, árvores frutíferas e galinhas, que dividem o quintal com Pelé (cachorro) e Suspiro (cavalo). E, no interior da casa, bucha vegetal, sabão caseiro e medidores (pegadores de açúcar, arroz etc) feitos de cabaça. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;_____Francisco é casado com Ana Luiza, 51, com quem teve 5 filhos: Amauri, 30, Ivaldo, 27, Lucas, 25, Maria Júlia, 24, e Vítor, 17. Todos a família foi sustentada pelo trabalho dele e alguns trabalhos domésticos realizados por sua esposa. Hoje, apenas Vítor segue o pai e diz que gosta do que faz, mas está estudando e quer ser um veterinário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Terno de Congado mais próximo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Terno: Marinheiro de São Benedito – 1960&lt;br /&gt;General: Moisés Carlos da Silva&lt;br /&gt;Endereço: R. Nicarágua, 185 Bairro Tibery&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-7851016799701187403?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/7851016799701187403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=7851016799701187403' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/7851016799701187403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/7851016799701187403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/relatrio-de-pesquisa.html' title='Relatório de pesquisa'/><author><name>Lidypm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10811787604337264655</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_fHKEAdWwoHA/SgJLLeNHXnI/AAAAAAAAABU/hfBd2m13dao/S220/DSC05937.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-1549750607273951379</id><published>2008-01-25T04:46:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T04:49:16.425-08:00</updated><title type='text'>Trabalho individual Parte 1</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;Pesquisando sobre a cultura oral tradicional, me deparei com os mitos e lendas, e resolvi falar sobre os indígenas que são grandes fazedores dessa cultura oral.&lt;br /&gt;No imaginário do índio brasileiro, não há uma presença insólita como o cavalo alado dos gregos ou os castelos encantados do imaginário medieval, o imaginário era uma presença constante, um compartilhar cotidiano que tinha como conseqüência direta a criação de mitos e lendas que constituem o que se denomina de "realismo mágico", que nasceu em uma atmosfera e dimensão sobrenatural, sendo considerado a manifestação mais pura e autêntica do universo americano.&lt;br /&gt;Hoje, para nossa felicidade, percebemos uma resistência organizada por parte de alguns povos indígenas no sentido de preservar a cultura de seus ancestrais. Todos nós, também podemos lhes prestar assistência, principalmente divulgando e prestigiando seu acervo cultural.&lt;br /&gt;Os índios são eternos caçadores de emoção e sem seus mitos e lendas cheios de fantasias e sonhos a serem realizados, a vida deles seria totalmente sem graça.&lt;br /&gt; O mundo através dos mitos e lendas, renasce como uma primavera. O homem é o único herdeiro destas tradições, vivências, ensinamentos e é somente através deles que vencerá seu terror existencial e histórico e, assimilando este aprendizado, se fará merecedor da exuberante e esperançosa primavera que florescerá em seu coração.&lt;br /&gt;Hoje, mais do que nunca, nossas raízes nos levam a indagar sobre as nossas origens. E no caso dos índios, eles passam a conhecer melhor sua cultura  através da história vivida ou de suas lendas contadas de geração em geração. Algumas lendas indígenas mostram a transformação de um ser em algo que não existia na época em que vivem, assim como a interpretação de mundo, ou surgimento de elementos fundamentais que compõem a sua natureza.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Sobre a Cultura Urbana penso da seguinte forma: tem a ver com identificação de um grupo de jovens que tenham gostos e práticas em comum, a formação desses diversos grupos são definidos por suas diversas expressões culturais, pensando por esse lado cheguei a conclusão de que o funk carioca é um tipo de cultura urbana.&lt;br /&gt;Considerado uma manifestação cultural estritamente carioca, o funk é mais do que um estilo de música. Reza a história que o funk carioca surgiu quando foi descoberta a possibilidade de usar a bateria eletrônica baseada numa batida funk de Miami e deitar por cima a fala das gangues, a fala do morro. A maioria plena de suas letras falam de dançar, pular, transar, zoar. Isto é, desde seus primórdios o funk no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Hoje, o funk deixou de ser uma música típica da periferia carioca e está se espalhando rapidamente pelo país. O Rio de Janeiro, nestes últimos anos, tornou-se o segundo produtor de funk do mundo&lt;br /&gt;Começaram a surgir  de som, dentre elas se destacam: "A Coisa","O Kakareko" e as duas grandes rivais "Pipo's" e "Furacão - Tornado furioso" que ao se fundirem em meados dos anos de 1990 se tornam a Furacão 2000&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, que organizavam bailes dançantes. Os primeiros bailes fechados em clubes da periferia como a : "Paratodos da Pavuna", "Pavunense", "Exentric (Caxias)", entre outros eram feitos com vitrolas hi-fi&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; e as equipes foram, aos poucos, crescendo e comprando equipamentos melhores. Destaque-se também os eventos feitos nos bairros das periferias da capital e região metropolitana que aconteciam a céu aberto, nas ruas, onde as equipes rivais se enfrentavam disputando quem tinha a aparelhagem mais potente, o grupo mais fiel e o melhor DJ. Neste meio surge o DJ Malboro, a lenda dentro desta disputa.&lt;br /&gt;Com o tempo, o funk ganha grande apelo popular e se afirmam como a voz da periferia no tocante às reivindicações populares pelo combate da violência policial nas comunidades pobres dos morros cariocas. As músicas tratavam o cotidiano dos freqüentadores: abordavam a violência e a pobreza das favelas.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-1549750607273951379?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/1549750607273951379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=1549750607273951379' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1549750607273951379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1549750607273951379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/trabalho-individual-parte-1.html' title='Trabalho individual Parte 1'/><author><name>Flávia Amorim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03577001172724184601</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-4696750185393584536</id><published>2008-01-25T04:31:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T04:45:42.860-08:00</updated><title type='text'>Parte 2</title><content type='html'>Nunca tinha parado pra pensar nessa questão da inserção de cada um no complexo cultural contemporâneo. E agora com esse trabalho a ser feito, acabei descobrindo, ou melhor, percebendo as coisas que eu faço no meu cotidiano e quem vem de tempos atrás, pais e avós.&lt;br /&gt; Meus avós paternos são Portugueses, mas há 60 anos moram no Brasil, mais especificamente no Rio de Janeiro, uma parte da cultura Portuguesa que meus avós passaram pra nós e que nós fazemos ate hoje, é o famoso bolinho de bacalhau, receita tradicionalíssima e imbatível da vovó Glória, uma tacinha de vinho tinto suave durante o jantar é outra coisa que meus avós passaram pra nós.&lt;br /&gt; Como ela mora no Rio e eu a visto com frequencia, acabo me misturando um pouco à cultura carioca. Culinária, como peixes, chuchu com camarão que é uma especialidade da vovó Glória também, o sotaque, eu nao puxo o "R" mineiro, a cultura carioca influencia ate mesmo no meu modo de vestir.&lt;br /&gt; Ja a minha avó materna que mora aqui em Uberlândia me ensinou coisas que eu faço até hoje, como passar babosa no cabelo para hidrata-lo, e o imbativel boldo; pra minha avó o boldo serve pra tudo, e pra mim sempre que estou com aquela dor no estomago ou com aquela ressaca insuportavel, o boldo é pá pum gente, podem acreditar.&lt;br /&gt; Bom, vivo num meio teatral e acadêmico, o que me traz coisas riquissima tanto artísticas como convivências e aprendizados em geral.&lt;br /&gt; O meu estilo é meio BG (bixo grilo), sou apaixonada por bijouterias, roupas, bolas e calçados indígenas, hippies e indianos. Não sei bem de onde veio esse meu interesse, só sei que gosto.&lt;br /&gt; Outra coisa que faz parte do meu dia-a-dia são os fast-foods, lanches rápidos, deliverys etc. Hoje em dia é tudo tão prático e rápido que nao consigo me imaginar sem essa comodidade.&lt;br /&gt; Não conseguiria viver também sem a velocidade e praticidade da internet, tv, revistas, como é bom chegar cansada em casa e assistir uma novelinha ou um filme. E o que dizer da internet? sentiu saudades de alguem que mora longe? MSN, instantaneo, maravilhoso.&lt;br /&gt; É muito bom pensar sobre esse assunto, carrego comigo culturas tradicionais e também as contemporâneas, isso é bom demais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-4696750185393584536?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/4696750185393584536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=4696750185393584536' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/4696750185393584536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/4696750185393584536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/parte-2.html' title='Parte 2'/><author><name>Flávia Amorim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03577001172724184601</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-6869277745257462431</id><published>2008-01-23T15:00:00.000-08:00</published><updated>2008-01-23T15:08:43.173-08:00</updated><title type='text'>Trabalho Individual Escrito</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Carnaval no Brasil, da sua introdução em nossa cultura aos dias de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte I&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Carnaval é muito mais antigo do que a religião de Cristo e remonta às maiores festas orgíacas da humanidade, como as saturnais romanas, e reverencias a Dionísio.&lt;br /&gt;Comer e beber, participar de alegres celebrações e buscar imoderadamente os prazeres da carne são as características que parecem ter marcado o Carnaval da Antiguidade, que se prolongava por sete dias nas ruas, praças e casas de Roma.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que o Carnaval cultiva o costume de antigas festas romanas, depois de Cristo, passou também a lembrar a chegada da Quaresma Cristã. É uma festa universal dos paises católicos.&lt;br /&gt;Os dias exatos do início e fim da estação carnavalesca variam de acordo com as tradições nacionais e locais, e têm-se alterado no tempo. O Carnaval acontece nos dias que antecedem o início da dos jejuns da Quaresma e terminando na Quarta-feira de Cinzas, isto é, a hora em que começava a abstinência da carne durante os quarenta dias nos quais, no passado, os católicos eram proibidos pela igreja de comer carne. Mas ainda hoje muitos continuam com esse costume.&lt;br /&gt;No Brasil o Carnaval é festejado nos quatro dias anteriores às Cinzas — sábado, domingo, segunda e terça-feira gorda.&lt;br /&gt;O Carnaval Veneziano sempre foi famoso desde o século XI, quando tinha a duração de seis meses e o uso das máscaras se tornou muito conveniente em função do anonimato que ela concedia. As máscaras eram um confortável hábito para os nobres. As mulheres entregavam-se aos prazeres do sexo sem se identificarem e os poderosos matavam seus rivais impunemente. No anonimato, as damas acusadas de adultério, caso o homem com quem estivessem ido para cama estivesse usando máscara, eram absorvidas, afinal, ele podia ser seu próprio marido.&lt;br /&gt;Em 1723 o Carnaval foi introduzido pelos portugueses com a migração vinda das ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde. Chamado inicialmente de "Entrudo", um tipo de brincadeira.&lt;br /&gt;Havia o Entrudo Familiar que acontecia nas casas senhoriais dos centros urbano. Era caracterizado pelo caráter delicado e convivial e pela presença dos limões de cheiros que os jovens lançavam entre si com o intuito de estabelecer laços sociais mais intensos entre as famílias. E o Entrudo Popular que era a brincadeira violenta e grosseira que ocorria nas ruas das cidades. Seus principais atores eram os escravos e a população das ruas, e sua principal característica era o lançamento mútuo de todo tipo de líquidos ou pós que estivessem disponíveis. A partir dos anos 1830, numa tentativa de se acabar com a festa grosseira do Entrudo Popular, o mesmo foi proibido, visto como um jogo selvagem.&lt;br /&gt;Em 1840, iniciou-se para a aristocracia os elegantes bailes de Carnaval. Uma espécie de baile mascarado, inspirado no Carnaval veneziano, elegantemente oposto ao violente Entrudo.&lt;br /&gt;Os elegantes bailes eram uma atividade restrita das elites. A burguesia saia às ruas para um Carnaval de luxo, inspirado nos carnavais europeus.&lt;br /&gt;No século XIX, a partir de 1850, o Entrudo e o Carnaval Veneziano disputam a hegemonia pelos modos de festejar o carnaval. Trajeto, aliás, que acompanha as transformações sociais e as atividades festivas e recreativas do mesmo período.&lt;br /&gt;Temos de um lado o carnaval veneziano, mais requintado, cópia dos carnavais europeus, em que membros das camadas mais elevadas da população desfilavam, ricamente fantasiados, diante do povo, que apenas assistia, mas não participava.&lt;br /&gt;Mas, o povo não aceitou ficar apenas como expectador e tentou criar novos modelos valendo-se dos folguedos, festas de fundo religioso vivenciados nas procissões, para então participar efetivamente da festa. Assim nasce o carnaval popular, caracterizado por manifestações típicas brasileiras de acordo com cada região. Nasce a afirmação da cultura popular, de sua criatividade driblando os preconceitos socioeconômicos que aconteciam nos primórdios do carnaval brasileiro.&lt;br /&gt;Já o carnaval dos negros tomava como modelo um grupo que saía nas procissões coloniais fazendo a "Dança dos Caiapós". Eram negros vestidos de índios dançando como uma forma de denunciar e protestar contra a dominação branca. Na dança, os negros contavam a história do pequeno curumim que aprisionado e morto pelo invasor branco recebe ajuda do pajé e volta a viver simbolizando a vitória do oprimido que se vale da sua própria cultura para vencer a opressão do homem branco.&lt;br /&gt;Isso acontece como uma resistência inteligente, em que eles se valem daqueles que estão abaixo deles na escala social para fazer uma denúncia e assim não sofrer repressão. É uma denúncia feita de maneira artística.&lt;br /&gt;Quando a participação dos negros nas procissões foi proibida pela igreja, eles transportaram a dança diretamente para o carnaval, que acabou se afirmando como o carnaval principal.&lt;br /&gt;Para os negros o carnaval não era só divertimento, mas um espaço de resistência numa sociedade branca e discriminadora. É o lugar aonde eles se afirmavam como um grupo organizado, capaz de criar culturalmente.&lt;br /&gt;Hoje pode-se constatar nessa manifestação criada pela camada popular e negra, elementos típicos e culturais diferenciados dos padrões europeus. Vê-se não apenas os aspectos lúdicos e de lazer, mas uma forma de intervenção festiva e artística não formal para conscientizar os negros e também para construir novas concepções de carnaval, de tradição e de identidade negra. Dessa forma tem um significado social mais amplo.&lt;br /&gt;O Carnaval ganha força e formas mais originais, tornando-se uma grande festa popular onde se visualiza a permeabilidade entre as classes sociais.&lt;br /&gt;A consagração da cultura popular brasileira ocorreu mesmo através das Escolas de Samba.&lt;br /&gt;Porém, atualmente podemos ainda perceber a pluralidade social aparecendo de forma hierarquizada por meio dos postos que se ocupa no desfile das grandes escolas. No chão estão as classes populares e em cima dos carros alegóricos, estão os artistas ou pessoas da elite.&lt;br /&gt;As formas de brincar o carnaval são muito variadas, mas todas elas tem uma inesgotável capacidade de mobilização popular.&lt;br /&gt;Cantam e dançam para espantar suas dores, saudades, tristezas e para clamar por dias melhores recheados de doces esperanças.&lt;br /&gt;O Carnaval, além de ser uma manifestação da arte e da cultura popular, é um rendável negócio. Uma mercadoria chamada carnaval é comercializada, tanto por parte do poder público, que promove pacotes turísticos, com excursões e desfiles de carnaval inclusos, como também das escolas de samba, que começaram a se organizar empresarialmente.&lt;br /&gt;Com as recentes reformulações da lei de incentivo à cultura, quase todas as escolas de samba tornaram-se capazes de captar patrocínio por meio de isenção fiscal.&lt;br /&gt;Hoje o Carnaval não é mais do povo, mas idealizado para o povo, que durante o feriado de carnaval dança, canta e esquece dos problemas. “Circo e pão” é o que a nossa República oferece ao povo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;“....A felicidade do pobre parece&lt;br /&gt;A grande ilusão do carnaval&lt;br /&gt;A gente trabalha o ano inteiro&lt;br /&gt;Por um momento de sonho&lt;br /&gt;Pra fazer a fantasia&lt;br /&gt;De rei ou de pirata ou jardineira&lt;br /&gt;Pra tudo se acabar na quarta feira...”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A felicidade&lt;br /&gt;Composição: Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise de minha inserção no tecido cultural contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte II&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A influência de costumes e tradições estão inseridas na nossa identidade, no nosso individualismo, mesmo que inconscientemente.&lt;br /&gt;A característica da pós-modernidade é o rompimento do homem moderno com os seus laços de cultura e tradição, sem referências do seu passado e em busca da construção do seu futuro.&lt;br /&gt;Porém, eu, como sujeito pós-moderno, apesar de ser influenciada pela indústria cultural, ao repensar meu cotidiano, minha origem, percebo que carrego na minha identidade pessoal traços de tradições e costumes que marcam minha personalidade, minha história como ser individual e social.&lt;br /&gt;De certa forma fomos moldados por nossos pais que assimilaram os costumes e tradições de nossos avôs e esses de nossos tataravôs....&lt;br /&gt;Assim é a história da humanidade, encontramos referências nos vestígios da cultura material e oral deixada por nossos antepassados. Refletindo sobre a condição humana através da identificação com seus próprios mitos.&lt;br /&gt;A construção da identidade humana é encontrada dentro de um universo, que, guardadas as proporções, pode nos parecer menor em função, é claro, das diferentes formas de acesso às informações que se tinha entre dois ou três mil anos atrás e os dias de hoje. Podemos somar a crença na existência de mitos universais independentes de espaço e tempo. Isto seria o que de fato nos une como espécie independente das diferenças raciais, culturais ou ideológicas.&lt;br /&gt;O que tenho em minha identidade cultural, que vejo como marcante é a religião. Elementos que obtive ao acompanhar meus pais as missas, no meu preparo para a primeira comunhão, no meu preparo para crisma. Tradições existentes na minha família, adquiridos pela religião católica, na qual fomos inseridos socialmente. Somos todos batizados por nossos pais ainda pequenos, e conduzidos a seguir costumes e ideologias desta religião, ao ponto de que ela passa a fazer parte do nosso dia-a-dia, da nossa identidade sem que percebamos.&lt;br /&gt;Na minha família temos uma tradição festiva, a Folia de Reis Rural, uma comemoração do culto católico. Essa tradição foi inserida na minha família por nossos antepassados vindos da migração portuguesa, para o Brasil ainda nos primórdios da formação da identidade cultural brasileira, e que ainda hoje mantém-se viva nas manifestações folclóricas de muitas regiões do país.&lt;br /&gt;É uma tradição que sempre me traz lembranças da infância. Os toques dos tambores, a canção religiosa, os anfitriões das fazendas que recebiam não só a bandeira dos reis magos, mas muitas pessoas também. São todas boas lembranças.&lt;br /&gt;Lembro me da fartura de comida e doces oferecidas aos fieis e foliões, um dia inteiro de festa. Haviam palhaços com mascaras coloridas e cheios de fita, dos quais eu tinha medo quando criança, mas que aos poucos fui compreendendo todo o contexto.&lt;br /&gt;Haviam arcos enfeitados por ramos, flores e fitas coloridas por onde a bandeira era conduzida por três foliões. Entre eles o anfitrião, ou o casal de anfitriões, representando os reis magos que acolhiam a bandeira como que se recebessem o próprio menino Jesus. Eles eram cercado por uma fita vermelha, onde em cada uma das quatro pontas uma menina dava suporte para a condução da bandeira. Inclusive em uma das muitas comemorações em que participei, ajudei dessa maneira na condução da bandeira até ao altar montado dentro da casa do anfitrião.&lt;br /&gt;Tudo isso é uma tradição folclórica, da qual, só hoje fazendo uma reflexão da minha própria inserção no tecido cultural contemporâneo, tenho consciência de que a tenho como parte de minha identidade cultural. Na verdade há varias. Há as festividades de fim de ano, de Natal, a montagem da árvore de Natal, o Carnaval, o culto aos antepassados mortos durante o Dia de Finados. Costumes que então inseridos no meu cotidiano, mesmo que eu não os percebesse dessa maneira antes.Na verdade fazemos parte de um grande tecido cultural, que subjugamos como passado, mas que está sempre presente, contemporâneo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-6869277745257462431?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/6869277745257462431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=6869277745257462431' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/6869277745257462431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/6869277745257462431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/trabalho-individual-escrito.html' title='Trabalho Individual Escrito'/><author><name>GraziSantana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14064445821507831389</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-7239395996032474923</id><published>2008-01-20T15:29:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T15:47:51.844-08:00</updated><title type='text'>Relatório de Pesquisa de Campo.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;Entrevista com uma familia de carroceiros.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Muitos que ganham a vida como carroceiros são criticados por atrapalhar o transito e maltratar animais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Alguns acham absurdo em pleno séc. XXI, com toda modernidade existente no mundo, todas as facilidades, ostentarmos um atraso como carroceiros, carroças e cavalos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Mas ao entrevistar a família do Sr. Lázaro podemos olhar essa história de um ângulo bem diferente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Sr. Lázaro tem 75 anos e é casado há 51 anos. Vive em um lugar simples, sem luxo. Não sabe ler e nem escrever muito bem. Sua profissão: carroceiro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele disse que herdou esse trabalho e essa cultura dos avós, e desde que se entende por gente lida com a carroça e com os cavalos. Seus filhos também até certa idade o ajudavam nessa profissão, porém eles preferiram seguir outros caminhos. Hoje apenas um o ajuda fazendo frete. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além de 3 filhos que moram com ele dos 7 que ele teve, vivem com ele a esposa, uma neta e três bisnetos. E a coleta de papel ajuda e muito no sustento da família. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes mesmo de o sol nascer ele já está pronto para começar mais um dia de trabalho. Ele possui duas carroças, e dois cavalos, que segundo ele são bem tratados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo o Sr. Lázaro, ele possuí um registro na prefeitura de suas carroças. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sua grande preocupação é em sustentar a família de uma maneira digna e honesta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Sr. Lázaro fazia fretes para lojas de matérias de construções, mudanças e coleta de entulhos também. Mas hoje, já com a idade mais avançada, dedicasse somente na coleta de papeis e materiais recicláveis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seus cavalos bebem água a cada 4 horas e os alojam em um terreno vizinho ao seu, onde cresce a grama (pasto) que ajuda na alimentação dos cavalos. Também compra ração para os cavalos, um luxo, que segundo o Sr. Lázaro é difícil de manter. Afinal não é muito o que ganha com a coleta de papel. Ainda escovar o cavalo sempre antes e depois do trabalho, pois isso evita acúmulo de sujeira e que em contato com os arreios provocam ferimentos. Esses são os cuidados que ele procura sempre ter com seu cavalo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O transito é uns dos problemas que o Sr. Lázaro enfrenta, e todo carroceiro também, que como sempre, recebem reclamações dos motoristas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sr. Lázaro diz: “&lt;em&gt;Quando tava verde a gente podia atravessar o nosso lado e se não tava verde temo que esperar pra cá da faixa branca, mas tem motorista que vai lá em frente pra lá da faixa branca que impede nois de virar pra frente, se a gente não se cuidar capais de bater, mas ainda bem que nossos cavalo são bão de redia como diz o ditado, vê que vem uma coisa, vê que não dá pra entrar, ai ainda segura, daí ele não vai pra frente&lt;/em&gt;”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“&lt;em&gt;É muito perigoso, tem motorista que até...sei lá....se fazem por gosto, ou bêbado, maconhado, não sei, sei lá, não respeitam, as vezes o cara vai passando ali, tem um, é a minha vez de passar ... zzzoooooommm .... passa o carro, o cara mata um hora dessas&lt;/em&gt;”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A coleta de papel ajuda a família do Sr. Lázaro em aproximadamente R$ 200,00 por mês, e agradece por ter sua aposentadoria. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas para uma família numerosa como a que abriga uma das alternativas e acreditar em todos os santos possíveis. Dona Iolanda, 68 anos, esposa do Sr. Lázaro é católica e mantêm um altar dentro de casa, com vários santos. Entre eles, pude identificar Santa Clara, São Benedito, São Jorge, Nossa Senhora de Aparecida e Santo Expedito. “ &lt;em&gt;Desse ano pra cá, Deus há de ajudar, as coisa vai melhorar&lt;/em&gt;”, diz Dona Iolanda com fé.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;“&lt;em&gt;O vô não pode comprar, o vô não pode , não tem dinheiro, vocês tem que me perdoar essa vez viu, agora pro ano que vem o vô pode comprar, e assim agente vai levando eles, e aquele dinheirinho daquele papel ali , quando já pego, já ta devendo&lt;/em&gt;”. Desabafa o carroceiro Sr. Lázaro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando não é o sol quente e os problemas do dia a dia , o Sr. Lázaro se preocupa com a chuva. “&lt;em&gt;Quando ela vem fica impossível catar papel na cidade&lt;/em&gt;”, reclama ele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto mais a chuva permanece menos papel aparece, mesmo debaixo de muita chuva, o Sr. Lázaro se arrisca e sai para catar papel, ficando mais perigoso o trafego pelas ruas. Mas mesmo debaixo de muita chuva conseguem coletar alguma coisa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;O Sr. Lázaro reclama também que antes a coleta de papel lhe rendia mais lucros, mas hoje as empresas que antes doavam todo o papel, agora estão vendendo o material diretamente para o atravessador. “&lt;em&gt;Eu não sei o que aconteceu com o papel, tinha fabrica que eu tirava 3 mil kilos de papel por mês&lt;/em&gt;...” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Mesmo vivendo a cada centavo recolhido, esse carroceiro continua mantendo a esperança de que um dia as coisas possam melhorar. Quando o interroguei sobre um sonho, a resposta foi, “&lt;em&gt;arrumar minha casinha, deixar bem arrumadinha pra quando eu falecer deixar pros filhos, o dia que der , quando eu puder, eu quero fazer isso pra minha família&lt;/em&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-7239395996032474923?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/7239395996032474923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=7239395996032474923' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/7239395996032474923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/7239395996032474923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/relatrio-de-pesquisa-de-campo.html' title='Relatório de Pesquisa de Campo.'/><author><name>GraziSantana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14064445821507831389</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-6145637328582260483</id><published>2008-01-20T08:29:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T09:39:36.452-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;TABELA GENEALÓGICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graziela Silva de Santana&lt;br /&gt;(EU)&lt;br /&gt;Local de nasc.: Brasília-DF/ data de nasc.: 25/09/1981&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Osvane Eva Silva de Santana&lt;br /&gt;(MÃE)&lt;br /&gt;Local de nasc.: Pirajuba -MG/ data de nasc.: 04/12/1956&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valdevino Honório de Santana&lt;br /&gt;(PAI)&lt;br /&gt;Local de nasci.: Inhumas -GO/ data de nasc.: 29/12/1948&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Justificativas de ausência de dados&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A falta de informações sobre minha família paterna deve-se ao fato de que meu avô Francisco ao morrer, quando meu pai tinha 8 anos, minha avó Maria Joaquina, que ficou viúva ainda grávida de seu 4º filho), obrigada por minha bisavó América, que também foi viúva muito cedo), casou –se novamente, por que uma mulher não poderia criar os filhos sozinha. Com isso, meu pai e também minha avó, perderam total contato com a família de meu avô paterno. Meu pai nem mesmo sabe onde meu avô foi sepultado. Mas segundo meu pai, meu avô paterno tinha descendência de negros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Familia Paterna&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Valdevino Honório de Santana &lt;strong&gt;(pai)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(PAI)Local de nasci.: Inhumas -GO/ data de nasc.: 29/12/48&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Francisco Honório da Silva&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Avô)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Local de nasci.:Goiás/ data de nasc.: 1926&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Casado com&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Maria Joaquina Silva de Santana&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Avó)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lagoa Formosa-MG / nasc.: 27/08/1930&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pais de Valdevino Hónorio de Santana&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;José Joaquim de Santana Sobrinho&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Bisavô)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lagoa Formosa - MG/ nasc.: Desconhecido&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;casado com&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;América Pereira de Sousa&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Bisavó)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lagoa Formosa - MG/ nasc.: Desconhecido&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pais de Maria Joaquinha Silva de Santana&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Joaquim de Santana&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Tataravô)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;nasc.: Desconhecido&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;casado com&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Maria de Santana&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Tataravó)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MG/ nasc.: Desconhecido&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pais de Amériaca Pereira de Sousa&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;João de Souza&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Tataravô)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Portugal/nasc.: Desconhecido&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;casado com &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Leonor Amorim&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Tataravó)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Portugal/ nasc.: Desconhecido&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pais de Maria Santana&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Francisco Honório da Silva (Avô paternto) era filho de&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Maria Germana Honório&lt;br /&gt;(Bisavó)&lt;br /&gt;Local de nasci.: Brasil/ data de nasc.: Desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Genealógia da familia paterna de meu pai é desconhecida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Familia Materna&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Osvane Eva Silva de Santana &lt;strong&gt;(MÃE)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Local de nasc.: Pirajuba -MG/ data de nasc.: 04/12/1956&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Francisco Antônio da Silva &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;(Avô)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Mun. de Pirajuba-MG/ data de nasc.: 19/10/1908&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;casado com sua prima de 1º grau&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Gabriela Maria de Jesus&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Avó)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mun. de Frutal-MG / data de nasc.: 15/10/1914&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pais de Osvane Eva Silva de Santana e outros 9 filhos mais velhos.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;O casamento de Francisco Antônio da Silva com Gabriela Maria de Jesus foi seu segundo matrimônio. Ficou viúvo em seu primeiro casamento. Sua primeira mulher suicidou-se quando meu avô descobriu seu adultério. Não teve filhos no seu primeiro casamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Antônico Francisco da Silva&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Bisavô)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mun. de Pirajuba-MG/ data de nasc.: Desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;casado com&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Ana Jacinta (&lt;em&gt;vovó sinhana&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Bisavó)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mun. de Pirajuba-MG/ data de nasc.: desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pais de Francisco Antônio da Silava e de outros 11 filhos mais novos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Francisco Antônio da Silva&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Tataravô)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mun. de Pirajuba-MG/ data de nasc.: Desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;casado com&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Amália da Silva&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Tataravó)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mun. de Pirajuba-MGdata de nasc.: Desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pais de Antônio Francisco da silva&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Antônio Francisco da Silva&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Tataravô)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Portugual/ data de nasc.: Desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;casado com&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Maria Rita&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Tataravó)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Portugual/ data de nasc.: Desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pais de Francisco Antônio da Silva e de outros 8 filhos mais novos&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Eram imigrantes de Portugal mas se casaram no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;José Francisco da Silva&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Bisavô)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mun. de Pirajuba-MG/ data de nasc.: Desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;casado com&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Maria Gabriela da Silva&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Bisavó)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mun. de Frutal-MG/ data de nasc.: Desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pais de &lt;strong&gt;Gabriela Maria de Jesus&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;José Francisco da Silva além de Bisavô era também meu tio-bisavô, era irmão de Antônio Francisco da Silva, Filhos de Francisco Antônio da Silva e Amalia da Silva (meus tataravôs).&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Jerônimo Antônio da Silva&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Tataravô)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mun. de Frutal-MG/ data de nasc.: Desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;casado com&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Gabriela Maria da Silva&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;(Tataravó)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mun. de Frutal-MG/data de nasc.: Desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pais de Maria Gabriela da Silva&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Albino José da Silva&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Tataravô)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Local nasc.: Desconhecido /data de nasc.: Desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;casado com&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;uma India (Bulgra) de nome desconhecido&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt; (Tataravó)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Local nasc.: Brasil /data de nasc.: Desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;OBSERVAÇÕES – CURIOSIDADES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha família materna era costume primos de 1º grau casarem-se entre si, para que as terras que se possuía continuasse na família.&lt;br /&gt;Também era costume colocar o nome nos filhos e filhas (os primogênitos) iguais aos dos pais e mães, trocando-se apenas a ordem do primeiro nome (geralmente composto).&lt;br /&gt;Há uma história contada, que na minha opinião é lenda, de que minha tataravó, que era índia, foi “pega no laço”, mas certamente que foi de vontade própria! E que a mesma, quando ainda amamentava seu primeiro filho, durante a noite enquanto dormia  uma cobra que segundo a estória, provavelmente morava na casa, escondida em alguma “cabaça”, ou não sei o quê, se alimentava também do leite materno de minha tataravó. Então uma noite, meu tataravô Albino viu isso acontecendo, esperou a cobra se esconder novamente e então a matou. Ainda contam que a cobra estava cheia de leite. E que enquanto a cobra se amamentava em minha tataravó, a cobra tão esperta (“esperta” é acréscimo meu na estória), para q a criança não chorasse sem o leite da mãe durante a noite, ela (a cobra) colocava o chocalho na boca da criança (como que um bico). E como a casa era feita de pau-a-pique, isso explicava a cobra ter entrado dentro da casa. Minha mãe e tias juram q é verdade.&lt;br /&gt;Minha mãe ainda conta me muitas lendas, as mesmas que ouvia na sua infância, contadas por minha avò, e que provavelmente essa também ouviu de sua mãe, e nas quais provavelmente elas acreditavam. Eram lendas como as de homens q viravam lobisomem, mulas sem cabeça, mulher de branco, e por ai vai!&lt;br /&gt;Há o costume de realizar entre as fazendas da família a Folia de Reis. Hoje, porém com menos freqüência. Um costume que ainda temos é o de nos reunirmos todos os anos durante a semana santa para fazermos doce de leite e queijo na fazenda do irmão mais velho de minha mãe.&lt;br /&gt;A família era conhecida como Sinhana. Meu avô Francisco Antônio da Silva foi vereador por vários anos na cidade de Pirajuba, onde hoje deram seu nome a uma de suas ruas. Ele era conhecido como Fracisquinho Sinhana, no entanto, um de seus filhos insistiu que o nome dado á rua da cidade fosse Chiquinho Sinhana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-6145637328582260483?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/6145637328582260483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=6145637328582260483' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/6145637328582260483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/6145637328582260483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2008/01/tabela-genealgica-graziela-silva-de.html' title=''/><author><name>GraziSantana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14064445821507831389</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-8478720957993215425</id><published>2007-12-30T08:27:00.000-08:00</published><updated>2007-12-30T08:29:06.341-08:00</updated><title type='text'>arvore genealogica</title><content type='html'>Minha avó foi barganhada;&lt;br /&gt;O meu avô Euribiades Ferreira, era conhecido como Sr. Neném pedreiro, a minha bisavó  Alice , precisou de um pedreiro para construir uma casa então contratou os serviços do  meu avô neném pedreiro que  cobrou na época 7 mil reis e a mão da minha avó Ordalia no negocio, mas como na época, ela não queria de jeito nenhum casar mas acabou cedendo a negociação casando-se no mesmo ano em 1948.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um costume ate hoje mantido pela família da minha mãe é a pamonha, chegou época de chuva na região dos patos no município de gurinhatã junta-se toda a família da minha avó Ordalia na fazenda dela para colhermos, catarmos e limparmos o milho para a tradicional pamonha da família Araújo, isso acontece mais nos meses de Janeiro a março.  Esse costume tem se mantido com pouca freqüência agora apenas pela minha avó Ordalia e minha mãe Maria Alice, com a morte do meu avô o que era tidoi como tradição foi se perdendo  e a família foi se dividindo e  cada um foi procurar outros afazeres.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-8478720957993215425?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/8478720957993215425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=8478720957993215425' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/8478720957993215425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/8478720957993215425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/12/arvore-genealogica.html' title='arvore genealogica'/><author><name>josim@r</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14040138921772457873</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-7077076703793572986</id><published>2007-12-14T06:31:00.000-08:00</published><updated>2007-12-14T13:30:53.897-08:00</updated><title type='text'>Avaliação</title><content type='html'>A avaliação da disciplina Folclore Brasileiro foi distribuída da seguinte maneira, totalizando 100 (cem) pontos:  &lt;p style="margin-left: 1.27cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; Relatório de Pesquisa de Campo                         &lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;20 pontos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 1.27cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; Árvore Genealógica e tradição de família     &lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;20 pontos&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 1.27cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; Diários de Leitura                                                         &lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;10 pontos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 1.27cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; Trabalho individual escrito                                   &lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;20 pontos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 1.27cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; Freqüência                                                                       &lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;30 pontos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Na correção do &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;b&gt;Relatório de Pesquisa&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; serão considerados conteúdo, dedicação, apresentação e pontualidade na entrega. Serão aceitas diferentes estruturas de relatório e três fonte de pesquisa: festa do Congado, feijoada do Terno de Sainha e entrevista com benzedeira, entrevista com uma família de carroceiros. Serão considerados o uso adequado de pontuação e concordâncias nominais e verbais, necessários para a objetividade  e clareza de um texto. Foi solicitado ainda que cada estudante localizasse um terno de Congado próximo à sua casa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Na &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;b&gt;Árvore Genealógica e Tradições de Família&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; será considerada a inclusão de justificativas plausíveis para a ausência de dados, incluindo datas e locais de origem dos ascendentes, bem como a narrativa de causos, receitas, estórias, costumes, superstições, tradições dentre outras formas de manifestações populares.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Como &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;b&gt;Freqüência &lt;/b&gt;será &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;calculada a nota proporcional à presença do estudante na sala de aula, contada por meio da chamada realizada em sala. Este semestre foram realizadas sete aulas de dois horários cada, totalizando 14 horas/aula de atividades em sala, a carga horária foi complementada com aulas de campo e estudos dirigidos. O estudante que não tem faltas receberá 30 pontos, duas faltas terá 25 pontos, quem teve quatro faltas &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;terá &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;20 pontos, seis faltas recebrá 12, quem faltou  oito aulas &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;terá &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;5, quem faltou mais de oito faltas é reprovado por frequencia, pois a carga horária da disciplina é 30horas, sendo 25% igual a 7,5. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Os &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;b&gt;Diários de Leitura&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; pontuados são os que foram postados ou entregues no decorrer das aulas, contribuindo para as discussões e planejamento dessas. Não serão aceitos diários de leitura feitos a posteriori.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;O &lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;b&gt;Trabalho individual escrito&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; será recebido até o final do semestre, 25 de janeiro, e deve ser postado no blog. São duas partes de igual valor pontual, 10 pontos cada uma. As análises deverão se aportar nos textos lidos durante o semestre e discutidos em aula, citados na bibliografia ao lado.  Para as análise devem ser considerados:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;modo  de transmissão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;trajeto  histórico&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;relação  de classes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;aspectos  de dominação e hegemonia&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;resignificação  &lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;criação  e uso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Na  primeira parte o estudante deve analizar comparativamente duas  manifestações culturais, sendo uma referente à  cultura oral tradicional e outra concernente à cultura  popular urbana. Serão aceitas análises de  manifestações compostas de diferentes linguagens –  dança, música, artes visuais e teatro. &lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Cada  estudante fará uma análise de sua própria  inserção no tecido cultural contemporâneo,  mostrando peculiaridades e complexidades, considerando as  influências de família,  a partir de expressões  como lazer, trabalho, religião, educação,  cuidados com saude, alimentação, mobiliários e  costumes cotidianos. Esta análise deve explicitar os tipos de  culturas encontradas e suas relações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-7077076703793572986?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/7077076703793572986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=7077076703793572986' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/7077076703793572986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/7077076703793572986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/12/avaliao.html' title='Avaliação'/><author><name>Renata Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08705302913894016539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_4snud74sLmg/SKbHVpMUYiI/AAAAAAAAAJY/R54CIMRFFvY/S220/DSC_6235.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-299631954919895876</id><published>2007-12-04T07:06:00.000-08:00</published><updated>2007-12-04T07:10:52.587-08:00</updated><title type='text'>Questionamentos sobre o lugar da cultura tradicional na sociedade moderna</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Introdução:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O que percebo no nosso tempo é que o temor e a descrença existam porque não nos vemos inseridos nas tradições, pois nosso foco está nas “questões centrais”. E talvez o desconstruir e questionar existam para que algo novo surja.&lt;br /&gt;Definimos o que é cultura pela nossa experiência e local que ocupamos quando observamo-la.&lt;/p&gt;            &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;2-&lt;/b&gt; &lt;b&gt;A discussão lationoamericana sobre folclore&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Penso que possa existir aqueles que pesquisem e conservem a “tradição”, mas que continuem e a estimem vejo que só a minoria.&lt;br /&gt;Estamos num momento em que o que temos é a cultura popular enunciada por Isabel Aretz, e é uma cultura que se insere na “Era dos descartáveis” vivenciada em nosso sistema capitalista.&lt;br /&gt;Não concordo com o que é posto por Nestor Garcia- Canclini, alguns exemplos são: sobre artesanato; existe muitas pessoas que estão produzindo porém ele acaba sendo vendido em butiques, o folclore é posto nos meios de comunicação, porém vejo que é trabalhado de maneira destorcida, ou seja os valores e a importância se perdem.&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fácil perceber que existe uma discussão conceitual onde cultura depende da visão de quem a denomina.&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;3-&lt;/b&gt; &lt;strong&gt;Revisando empiricamente o conceito de folclore&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com as mudanças ocorridas no final do séc. XVIII como se delimitar a cultura popular?&lt;br /&gt;Os símbolos e tradições são utilizados, no nosso cotidiano, sem as mesmas intenções que se tinham, e por isso devemos estudar as tradições refletindo sobre sua inserção e lugar que ocupa.&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;4-&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;O folclore e a cultura clássica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O folclore e a cultura clássica encontram-se em situação igual e observo que são culturas&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;trabalhadas pela mesma classe, burguesa e intelectual, talvez esse discurso que irei fazer não seja “o meu” e sim o discurso do meio em que vivo, mas acho que a ascensão da cultura de massa e da cultura urbana se de pela falta de criticidade da população, uma população que aceita tudo que lhe é imposto sem muito questionar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;5-&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;O surgimento da cultura popular&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Talvez o erro tenha sido em emergir a arte como algo “salvador”.&lt;br /&gt;As outras culturas existentes percebem na cultura popular a separação de classes, uns detém o meio de produção e o restante não o detém.&lt;br /&gt;Nesse tópico já percebemos a &lt;i&gt;&lt;u&gt;utilidade&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; da cultura, algo que seja &lt;i&gt;&lt;u&gt;útil&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; para o entretenimento, sem muito questionar ou nos fazer pensar, mas sim para esquecermos dos nossos problemas cotidianos. &lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;6- &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;O império da cultura de massa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Tenho uma desinquietação em relação à arte como comércio, pois vivo disso, ou seja, tenho que fazer algo que as pessoas se identifiquem, mas me preocupo por pensar que isso não pode ser feito de qualquer maneira, não posso me submeter a fazer qualquer coisa que os agrade, sem pensar nos meus valores e ideais, no que realmente é importante para eu dizer naquele momento, me encaixando numa cultura de massa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;/span&gt;7-&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;O mito da degeneração da cultura&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Várias pessoas que trabalham “diretamente com a cultura” querem a sua venda fácil, e o que a população busca é esquecer a vida que os cercam, vejo que isso seja um dos pontos de se ter a arte como passatempo.&lt;br /&gt;A preservação da cultura tradicional é algo que não se pode ter, por todas as mudanças que ocorrem no mundo, mas penso em uma cultura com pessoas mais humanas, que se interessem em contestar o que lhe é imposto.&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;8-&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Uma alternativa para a tradição&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As expressões culturais nascidas no âmbito industrial chegam a maior parte da população com maior facilidade e rapidez, com vários recursos e sem muitas dificuldades de entendimento.&lt;br /&gt;Questiono sobre o folclore, ele mudou o seu sentido ou a maneira de manifestação, ou talvez os dois? Pois ele não tem a mesma importância e respeito que se tinha.&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b&gt;9-&lt;/b&gt; &lt;strong&gt;A positividade da cultura de massa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;“O que se quer realçar não é, repito, advogar a completa negação do que a cultura de massa traz, ma o que ela sufoca, o que ela chega a impedir de manifestar-se: a memória longa, a pluralidade de vozes que aspiram a inscrever suas histórias, os símbolos coletivos mais estáveis. É o excesso de grotesco e de vulgaridade da cultura de massa contemporânea que irrita; é o desequilíbrio de forças (econômicas, sociais e políticas)...”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Desculpem-me a cópia, mas acho que aqui está tudo que gostaria de dizer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;10-&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;Por um novo pluralismo cultural&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Pode-se perceber que ainda existe uma grande parcela de cultura tradicional, porém para alcançar uma considerável margem da população é, às vezes, tratada com desrespeito, e não só de maneira diferente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Observo que somos ignorantes culturalmente, pois sei que vivo na alienação cultural, porém não vejo como alcançar o pluralismo, e não sei se isso é possível.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-299631954919895876?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/299631954919895876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=299631954919895876' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/299631954919895876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/299631954919895876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/12/questionamentos-sobre-o-lugar-da.html' title='Questionamentos sobre o lugar da cultura tradicional na sociedade moderna'/><author><name>Monique Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-t0rdjYP4PHg/Ts1M-UcnoVI/AAAAAAAAAGg/78gTNwFtLMg/s220/SP2mim.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-1288981617883166248</id><published>2007-11-28T19:10:00.000-08:00</published><updated>2007-11-28T20:29:42.335-08:00</updated><title type='text'>O lugar da cultura tradicional na sociedade moderna</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1. Introdução&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Carvalho explica que não existe um único conceito para folclore e que existe uma pluralidade de opiniões, diferentes visões, que, normalmente, acompanham a classe social a que o pesquisador pertence.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;_&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2. A discussão latinoamericana sobre folclore&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Houve a criação do INIDEF para afirmar os estudos folclóricos como científicos e conservar o que Aretz considera como folclore (cultura oral tradicional), diferenciando-o de cultura popular. Já Canclini, procura acabar com essa distinção proposta por Aretz.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;_&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3. Revisando empiricamente o conceito de folclore&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A diversidade religiosa, a urbanização acelerada, entre outros, são fatores que ameaçam dissolver a delimitação de uma área exclusivamente tradicional da cultura popular. E, a tradição só é reconhecida e compreendida a partir da inovação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;_&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;4. O folclore e a cultura clássica&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os folcloristas e filósofos críticos apontam para a crise da cultura clássica e folclórica, consideradas "autênticas", e se lamentam do fato de que a cultura popular urbana e a cultura de massa estão mais vivas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;_&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;5. O surgimento da cultura popular&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As atividades artísticas promovidas por Goethe e Schiller, com o objetivo de promover a elevação moral e intelectual do homem através da arte, foram o início da cultura popular, que também era considerada como cultura de fragmentação. E a ruptura de folk-clássico significou justamente essa perda de tradição.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As culturas popular e clássica foram se diluindo, misturando-se, transformando e gerando uma multiplicidade de formas orais, escritas e eletrônicas, circulando nas diversas camadas sociais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;_&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;6. O império da cultura de massa&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;_&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;7. O mito da degenerescência da cultura&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mito baseia-se no mito bíblico da queda: "o que era puro, original, se vende, se entrega, devido à ambição desmesurada do artista e a sedução implacável do mercado."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desse modo defender a criação e a inovação na modernidade é equivalente a querer preservar a cultura tradicional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O nosso presente é virtual e é bem pior que o passado, porque este ainda produziu um certo esplendor barroco, enquanto aquele não produz nada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;_&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;8. Uma alternativa para a tradição&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Humberto Eco, num plano geral e superficial, não existem diferenças entre tipos de cultura. Ele considera tudo como cultura de massa. Mas o folclore ainda funciona como um núcleo simbólico para expressar um certo tipo de sentimento, de convívio social e de visão de mundo que continua sendo importante, porque remete a memória longa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;_&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;9. A positividade da cultura de massa&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maior critica à indústria cultural é a vulgarização e o apelo ao grotesco, mas apesar de censurada pelos intelectuais, a cultura folclórica, a popular e a clássica contam com seu repertório.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A distinção entre cultura para ser e cultura para ter, parece estar presente, em qualquer nível de cultura, do mais folclórico ao mais massivo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A cultura de massa sufoca a memória longa, a pluralidade de vozes que aspiram a inscrever suas histórias, os símbolos coletivos mais estáveis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;_&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;10. Por um novo pluralismo cultural&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A capacidade do brasileiro de cultivar mais de uma tradição cultural ainda é pequena. Além disso, as inúmeras tradições populares têm que passar pelo filtro de homogeneização e simplificação dos meios massivos de comunicação para alcançar uma influência além de seu local de origem ou permanecem confinadas em suas regiões. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir da desproporção do poder de difusão entre a indústria cultural e as tradições folclóricas e populares locais e regionais, construir esse pluralismo cultural seria uma retomada do caminho utópico.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-1288981617883166248?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/1288981617883166248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=1288981617883166248' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1288981617883166248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1288981617883166248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/11/o-lugar-da-cultura-tradicional-na_7153.html' title='O lugar da cultura tradicional na sociedade moderna'/><author><name>Lidypm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10811787604337264655</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_fHKEAdWwoHA/SgJLLeNHXnI/AAAAAAAAABU/hfBd2m13dao/S220/DSC05937.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-1613771899785015474</id><published>2007-11-28T09:07:00.000-08:00</published><updated>2007-11-28T09:09:16.836-08:00</updated><title type='text'>O LUGAR DA CULTURA TRADICIONAL NA SOCIEDADE</title><content type='html'>Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desconstrução  das noções substantivas  de identidade,Entrada na cultura pós-moderna,Desestabilização do campo simbólico,Niilismo face os valores tradicionais a microfísica  do poder, entre outras.&lt;br /&gt;A conceituação de cultura e a formulação de políticas culturais.&lt;br /&gt;Aqui é a o folclore o relevante, ali a cultura  de massa e assim por diante.&lt;br /&gt;Reflexão plurissubjetiva, que permita que cada um desses sujeitos típicos da cultura(o folclore, a cultura popular, a cultura erudita, a cultura  de  massa,etc.) se auto-refiram  e se confrontem simultânea e mutuamente.&lt;br /&gt;Confrontos entre os vários  níveis de cultura, eles  se dão, na realidade, simultaneamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão  latinoamericana sobre folclore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concretização do sonho  institucional dos folcloristas latinoamericanos: condições  para pesquisa, formação de um arquivo  latinoamericano de folclore e cursos de capacitação  de pesquisadores para a continuidade dos estudos nos vários países da área.&lt;br /&gt;Preocupa-se  em legitimar os estudos de folclore como científicos e fixa sua atenção em um aspecto da cultura latinoamericana “valores tradicionais”, cujos resgate e conservação  são vistos com fundamentais.&lt;br /&gt;O perigo principal da sua desaparição seria a perda de identidade dos povos americanos, na medida em que o folclore é  “elemento  básico constitutivo da cultura de nossos povos”&lt;br /&gt;Função de uma definição de identidade, que passa  pelo folclore e não pela cultura de massa.&lt;br /&gt;Afirma que o INIDEF existiu para mostrar a face dos povos da Venezuela  e da América que até  agora permaneceram alheios  ao movimento  cultural de nossas grandes cidades.&lt;br /&gt;Declara  não concordar  com o uso da expressão “ cultura popular  tradicional”, porque faz confundir folclore  com cultura popular.&lt;br /&gt;Prefere denominar “cultura oral tradicional”.&lt;br /&gt;Uma atenção à cultura popular urbana e um equacionamento da relação  entre cultural tradicional e meios de comunicação de massa.&lt;br /&gt;Meios de comunicação de massa têm-se utilizado  do folclore  e com isso  incentivado seu crescimento.&lt;br /&gt;O folclore é  hoje apenas uma parcela  da cultura popular.&lt;br /&gt;Acabar com a distinção entre popular e folclórico; melhor, tudo passaria a cair dentro  da noção de “culturas populares”.&lt;br /&gt;Compreender o que distingue, enquanto produto, um programa de auditório de TV de uma folia de reis ou de um show de pagode.&lt;br /&gt;Eco sustenta que hoje somos todos prisioneiros da mídia, a ponto de que tudo – Faustão, óperas, entrevistas- é cultura de massa.&lt;br /&gt;Nem Canclini nem Eco igualam, em suas reflexões particulares, todas as manifestações culturais contemporâneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revisando empiricamente o conceito de folclore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        Deve tomar em conta a articulação  de diversos fatores  sumamente complexos e dinâmicos, que em muitos casos ameaçam dissolver  a delimitação  de uma área  exclusivamente  tradicional da cultura popular.&lt;br /&gt;·        Processo de urbanização acelerada por que passam nossos principais centros habitacionais, trazendo novas formas de sociabilidade.&lt;br /&gt;·        Setenta por cento  da população vive em cidades. Com isso, a chamada cultura camponesa, que  sempre foi  o foco principal  de atenção dos estudiosos de folclore, talvez já não venha  representar a parte majoritária da cultura popular.&lt;br /&gt;·        Importância de se compreender  a realidade das várias formas  de musica popular  cultivadas no país, desde a musica popular já tradicional , até as formas novas, como lambada, pagode, axé music, hiphop, reggae e todos os outros ritmos afro tão difundidos recentemente.&lt;br /&gt;·        A música popular, produto típico do novo mundo urbano-industrial surgido no século XX, é um termômetro sutil dos complexos  processos de transformação e inter-relação  entre significados tradicionais e modernos, refletindo as experiências sempre mutantes das várias camadas sociais que  conformam nosso mundo.&lt;br /&gt;·        Não é possível compreender a tradição sem compreender a inovação, sendo que a tensão entre essas duas correntes de criatividade se manifesta especialmente no caso da musica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O folclore  e cultura clássica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        O folclore puro(as “autenticas raízes populares), encontram-se agora em uma situação muito similar à que experimenta  a também  considerada autêntica “cultura clássica”.&lt;br /&gt;·        É hoje claramente minoritária, mas  continua sendo o marco de referência da elite, tanto que as edições dos clássicos da literatura se sucedem o tempo todo.&lt;br /&gt;·        O contexto tradicional do folclore está fragmentado, mas também a cultura de elite, a suposta “cultura superior”, letrada.&lt;br /&gt;·        Sérgio Paulo Rouanet, sugere que  “a alta  cultura  e a cultura  popular são as duas metades  de uma totalidade cindida, que só  poderá recompor-se na linha de fuga de uma utopia tendencial”&lt;br /&gt;·        A cultura popular mantém vivo  o espírito coletivo, fonte constante  de inspiração  e estímulo; enquanto a cultura erudita, partindo do popular  -particular transcende-o, permitindo, assim, o desenvolvimento pleno do espírito individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O surgimento da cultura popular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        Do ponto de vista de seu humanismo estético, Schiller, o artista nunca poderia nivelar-se  apenas ao apelo sensorial do público, mas procurar levá-lo  além dessa satisfação , puxando-o para o plano ideal.&lt;br /&gt;·        Do ângulo da cultura folk  e também  do ângulo da cultura clássica letrada, a cultura popular  seria a cultura  da fragmentação , por não  preencher  nenhuma  das características anteriores.&lt;br /&gt;·        Poder-se-ia dizer que a ruptura  da unidade cultural folk-clássico  significou  justamente isto: a perda da tradição.&lt;br /&gt;·        As duas tradições “puras” (a popular e aclassica) foram-se  diluindo paulatinamente, misturando-se às vezes entre si , transformando-se  ao longo do processo, gerando  uma multiplicidade de formas, tanto orais  como escritas  e, finalmente  eletrônicas (como a cultura de massa), circulando  pelas várias  camadas sociais da população  dos países europeus e latinoamericanos até os dias de hoje.&lt;br /&gt;·        Viria cumprir apenas um papel descritivo, de mero comentário dessa fragmentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O império da cultura de massa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        Estudos  Culturais que se concentra, sobretudo, na analise da produção  cultural popular e midiática.&lt;br /&gt;·        A cultura popular é também capaz  de fazer uma aliança com uma parcela  do publico e com ela  reproduzir a mesma relação entre produtor e consumidor que caracterizava o modelo da cultura  clássica.&lt;br /&gt;·        O ponto de referência  passa a ser  mesmo a cultura de massa: para ela tudo converge, é ela  o formato predominante, principalmente na sua dimensão mais perversa – a industria cultural, que visa transformar toda a cultura em objetos de consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mito da degenerescência da cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        O que era puro, original, se vende, se entrega, devido à ambição desmesurada do artista e a sedução implacável do mercado.&lt;br /&gt;·        A televisão é o ponto final, o cemitério da cultura que uma vez propôs algum ideal, além da gratificação  momentânea.&lt;br /&gt;·        Só a desmitificação dessa visão agônica (que, como todo mito, descreve e recria a realidade, ou seja, é ao mesmo tempo falsa e verdadeira) permitirá distanciar-nos o suficiente para sair em busca de alternativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma alternativa para a tradição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        Sugestão de Eco, já não existem mais diferenças entre tipos de cultura, uma vez que, para sermos realistas, tudo hoje é cultura  de massa: do folclore, passando pela cultura popular, à cultura erudita. Isso parece certo, mas  só num plano muito geral e superficial.&lt;br /&gt;·        E tudo o que de diferença  a cultura de massa elimina do ponto de vista  sociológico e tecnológico, ela acaba repondo no plano simbólico, gerando novas frentes de heterogeneidade.&lt;br /&gt;·        A industria cultural, poderia, perfeitamente, inventar símbolos novos o tempo todo, em vez de apropriar-se dos símbolos clássicos  e tradicionais e dar-lhes uma nova roupagem. Se  o faz é porque necessita também manter acesa, numa crônica e agonística negação de si mesma, a idéia da permanência.. é esse modelo de cultura folk e não sua  manifestação empírica “autentica” o que a cultura de massa não destruiu.&lt;br /&gt;·        Espécie de bilding( cultura no sentido de formação moral e estética)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A positividade da cultura de massa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         O que mais se critica na industria  cultural  é a vulgarização  e o apelo ao grotesco.&lt;br /&gt;·        Se censurada , vale ressaltar que mesmo a cultural  consta repertorio de imediatez  e grosseria.&lt;br /&gt;·        Não é a  completa negação do que a cultura de massa traz, mas o que ela sufoca, impedindo de manifestar: memória longa,  pluralidade de vozes que aspiram  a inscrever  suas historias, símbolos coletivos.&lt;br /&gt;·        É o excesso de grotesco e de vulgaridade da cultura de massa contemporânea que irrita. É o desequilíbrio de forças (econômicas, sociais, políticas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um novo pluralismo cultural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        A presença de inúmeras tradições populares, com séculos de trajetória, assumindo milhares de formas particulares e que , ou bem  continuam  confinadas a suas regiões(tornando-se  cultura regionalizada), ou bem tem que passar pelo filtro  de homogeneização  e simplificação dos meios massivos de comunicação para alcançar  uma influencia  alem  de seu local de origem&lt;br /&gt;·        É ainda pequena a capacidade do cidadão brasileiro cultivar – seja como participante, produtor ou espectador ativo.&lt;br /&gt;·        Dada  a desproporção  do poder de difusão  entre a industria cultural  e as tradições  folclóricas e populares locais e regionais, construir  esse pluralismo cultural seria já  passo maior  para a retomada  do caminho utópico, onde o bem-estar  da cultura, criativa  e plena  em todos os seus níveis , seria  um indicador  positivo do bem- estar da sociedade  como um todo.&lt;br /&gt;·        É por estas razões que a questão do folclore  deve regressar ao centro da discussão sobre o destino de nossas sociedades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fz um compilado das coisas quen julguei mais importantes no texto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-1613771899785015474?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/1613771899785015474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=1613771899785015474' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1613771899785015474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1613771899785015474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/11/o-lugar-da-cultura-tradicional-na_28.html' title='O LUGAR DA CULTURA TRADICIONAL NA SOCIEDADE'/><author><name>josim@r</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14040138921772457873</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-8865077470114073043</id><published>2007-11-28T02:32:00.000-08:00</published><updated>2007-11-28T03:35:36.047-08:00</updated><title type='text'>Esquema do texto: O lugar da Cultura Tradicional na sociedade moderna</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Bom Dia Renata e colegas;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segue abaixo o meu esquema sobre o texto "O lugar da Cultura Tradicional na sociedade moderna" de José Jorge Carvalho (ficou um pouquinho grande, eu acho)&lt;br /&gt;1. Introdução&lt;br /&gt;- Desafio: Teorizar, na atualidade, a questão Folclore-Cultura Popular. Em cheque: a própria idéia de tradição.&lt;br /&gt;- Pluralidade de posições que discutem essa questão&lt;br /&gt;- Relação entre conceituação de cultura e formulação de políticas culturais – &lt;em&gt;intencionalidade&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;- Crítico da cultura não está além da cultura que critica&lt;br /&gt;- Antes na América Latina: frentes de discussão do folclore semelhantes. Hoje: frentes diversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A discussão Latino-Americana sobre Folclore&lt;br /&gt;- Inicia com Silvio Romero no fim do séc XIX&lt;br /&gt;- Carta do Folclore Brasileiro, 1951 e Carta do Folclore Americano, Caracas, 1970 – Mesmo clima intelectual e olhar voltado para o Folclore musical Americano.&lt;br /&gt;- Base da Carta do Folclore Americano:&lt;br /&gt;*legitimação dos estudos do folclore, resgate e conservação dos valores tradicionais.&lt;br /&gt;*Folclore: “elemento básico constitutivo da cultura de nossos povos”. Preocupação com a desapropriação (perda de identidade)&lt;br /&gt;- I Congresso Interamericano de Etnomusicologia e Folclore, Caracas, 1983.&lt;br /&gt;*Isabel Aretz: contesta o termo “cultura popular tradicional” porque confunde Folclore (cultura oral tradicional) com cultura popular.&lt;br /&gt;*Canclini e a maioria dos participantes desse Congresso: intencionam acabar com a distinção entre popular e folclórico que juntos seria “culturas populares”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Revisando Empiricamente o conceito de Folclore&lt;br /&gt;- Há fatores no estudo da cultura popular que ameaçam dissolver a delimitação de uma área exclusivamente tradicional dessa cultura. Dentre esses fatores estão: a diversificação religiosa, o processo de urbanização acelerado, a inversão da relação demográfica entre campo e cidade.&lt;br /&gt;- “Não é possível compreender tradição sem compreender a inovação” (pág)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. O folclore e a Cultura Clássica&lt;br /&gt;- O folclore puro (“autênticas raízes populares”) e a “cultura clássica” encontram-se em situação similar&lt;br /&gt;- Se definido numa perspectiva ortodoxa o contexto tradicional do folclore está fragmentado assim como a cultura de elite.&lt;br /&gt;- Folcloristas e filósofos críticos apontam para a crise das culturas autênticas e lamentam a vivacidade das culturas popular urbana e de massa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. O surgimento da Cultura popular&lt;br /&gt;- do ângulo da cultura de Folk e da cultura clássica: cultura popular = cultura de fragmentação&lt;br /&gt;- ruptura da unidade cultural folk-clássico significou perda da tradição&lt;br /&gt;- Cultura popular: surgida na urbe e calcada na experiência do homem urbano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. O império da cultura de massa&lt;br /&gt;- Disciplina Estudos Culturais: analisa a produção cultural popular e midiática como lugar de resistência e produção de novas identidades políticas&lt;br /&gt;- Cultura popular é capaz de fazer aliança com uma parcela do público e reproduzir a relação produtor-consumidor, que caracterizava o modelo da cultura clássica.&lt;br /&gt;- Cultura popular com ideologia desgastada e cultura folk pouco influente; Ponto de referência passa a ser a “cultura de massa” o formato predominante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. O mito da degeneração da cultura&lt;br /&gt;- mito bíblico: o puro se vende devido à ambição do artista e sedução do mercado&lt;br /&gt;- visão de crise ou derrota: o presente, apesar de virtual, já é em si mesmo pior, em muitos aspectos do que nosso passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Uma alternativa para a tradição&lt;br /&gt;- Umberto Eco: não existem diferenças entre tipos de cultura, tudo hoje é cultura de massa. (num plano geral e superficial)&lt;br /&gt;- Por trás da promessa de felicidade da indústria cultural está a experiência do transitório que livra do pero e da responsabilidade da memória&lt;br /&gt;- Especificidade do Folclore que não se perdeu: um &lt;em&gt;núcleo simbólico&lt;/em&gt; que remete à memória longa do qual a indústria cultural se utiliza mantendo a idéia de &lt;em&gt;permanência&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;9. A positividade da cultura de massa&lt;br /&gt;- Indústria cultural: vulgarização e apelo ao grotesco.&lt;br /&gt;- Cultura para ser ≠ Cultura para ter&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Intencionalidade Simbólica&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;- Defender a tradição: não negar o que a cultura de massa traz, mas o que ela sufoca: memória longa, pluralidade de vozes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Por um novo pluralismo cultural&lt;br /&gt;- dificuldade do cidadão brasileiro em cultivar mais de uma tradição cultural alheia, além dos produtos da indústria cultural.&lt;br /&gt;- Pluralismo Popular: diversidade de interesses e acesso às diferenças&lt;br /&gt;- Alienação Cultural: simplificação e monotonia dos recursos expressivos, adesão a um nível único de cultura.&lt;br /&gt;- conceitos de nação, identidade e povo – entidades processuais e não substantivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir deste texto de José Jorge De Carvalho percebi que existem, no momento presente, inúmeras frentes de discussão a cerca do folclore, cultura popular tradicional e outras. Alguns se aproximam, outros se distanciam nas suas proposições. Entendo ainda que não há como entender a tradição sem levar em conta a inovação, as alterações sociais.&lt;br /&gt;O folclore e a cultura clássica sofreram uma crise da qual alguns teóricos acreditam ter surgido a cultura popular. Nesse processo alguns entendem a degeneração da cultura.&lt;br /&gt;Porém, Carvalho propõe uma alternativa para a tradição e apresenta a positividade da cultura de massa encerrando o texto com a proposta de um pluralismo cultural popular que possibilitaria a interação entre diversidade de interesses acesso às diferenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;??? Dúvida ???: Quanto à expressão “intencionalidade simbólica” (Pág 35, 2º Parágrafo). E no último parágrafo do texto onde o autor fala de “entidades processuais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-8865077470114073043?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/8865077470114073043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=8865077470114073043' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/8865077470114073043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/8865077470114073043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/11/esquema-do-texto-o-lugar-da-cultura.html' title='Esquema do texto: O lugar da Cultura Tradicional na sociedade moderna'/><author><name>Roberta Liz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01636336405549697943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_9Vbb0UDToMM/SqUrTLpukeI/AAAAAAAAAEY/AThNasWUk7Q/S220/Formatura+Roberta+029.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-8207783731345131557</id><published>2007-11-23T04:38:00.000-08:00</published><updated>2007-11-23T04:44:43.336-08:00</updated><title type='text'>O Lugar da Cultura Tradicional na Sociedade Moderna</title><content type='html'>Olá gente, como foram de feriado?&lt;br /&gt;Bom, lendo esse texto eu me pergunto, e pergunto a vocês também, é possível construir um pluralismo cultural? como?&lt;br /&gt; A segunda pergunta que eu lanço aqui é Qual a diferença entre Popular e Folclórico? Os dois caberiam dentro da noção de "culturas populares"?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-8207783731345131557?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/8207783731345131557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=8207783731345131557' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/8207783731345131557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/8207783731345131557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/11/o-lugar-da-cultura-tradicional-na_23.html' title='O Lugar da Cultura Tradicional na Sociedade Moderna'/><author><name>Flávia Amorim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03577001172724184601</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-3701229541720662480</id><published>2007-11-19T16:49:00.000-08:00</published><updated>2007-11-19T18:30:47.126-08:00</updated><title type='text'>O lugar da cultura tradicional na sociedade moderna</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;José Jorge de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aquele que fala, no momento em que fala, simula, pelo menos para si senão para os outros, que possui um poder de atuação capaz de transformar as coisas naquilo que ele diz que elas são, pelo ato mesmo de enunciá-las como tal."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma parte da introdução que merece destaque, é quando Carvalho cita o encadeamento existente entre a conceituação de cultura e a formulação de políticas culturais. Ele fala que um simples conceito torna-se uma filosofia, ou seja, "alterna descrição e análise com princípios filosóficos e propostas de atuação." Essa "política cultural", a meu ver, seria como a ideologia e, o ser desse discurso, como a massa elitista, que é onde está o poder da construção ideológica, através do meio televisivo.&lt;br /&gt;A televisão também é citada no texto e é tratada como o fim da cultura, o "cemitério da cultura". Além disso, é citado no tópico 7 um poema de Augusto de Campos denominado "tvgrama" que utiliza o recurso gráfico da letra "t" como uma cruz. Muito interessante!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;"ahtttmallarmé&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ttttttttttttt&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;acarneétriste&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ttttttttttttt&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;eninguémttelé&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ttttttttttttt&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;tudotttexiste&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ttttttttttttt&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;praacabaremtv"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Espero que tenham gostado... achei melhor fazer citações do que colocar questões sobre o texto... outra parte interessante é a citação em que Aretz diferencia cultura popular de folclore... aliás tem várias outras partes interessantes, mas essas ficarão para a próxima postagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-3701229541720662480?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/3701229541720662480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=3701229541720662480' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/3701229541720662480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/3701229541720662480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/11/o-lugar-da-cultura-tradicional-na.html' title='O lugar da cultura tradicional na sociedade moderna'/><author><name>Lidypm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10811787604337264655</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_fHKEAdWwoHA/SgJLLeNHXnI/AAAAAAAAABU/hfBd2m13dao/S220/DSC05937.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-1494630948964995730</id><published>2007-11-09T05:38:00.000-08:00</published><updated>2007-11-09T05:54:48.507-08:00</updated><title type='text'>Costumes em Comum</title><content type='html'>Olá pessoal, no texto Costumes em Comum do Thompson, ele explica o que são os costumes, explica o surgimento do folclore que foi no século XVIII onde os costumes estavam em declínio juntamente com a feitiçaria, magia e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;supertições&lt;/span&gt; e o povo se encontrava em uma forte pressão para que sua cultura fosse reformada, porém o povo resistiu teimosamente à essa reforma e consequentemente o folclore nasceu.&lt;br /&gt;Outra parte que eu gostei muito, é a observação do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Mandeville&lt;/span&gt; :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    "&lt;em&gt;Para que a sociedade seja feliz e o povo tranquilo nas circunstâncias mais adversas, é necessário que grande parte dele seja ignorante e pobre. O conhecimento não só amplia como multiplica nossos desejos (...) Quanto mais um pastor, um arador ou qualquer outro camponês souber sobre o mundo e sobre o que é alheio ao seu trabalho e emprego, menos capaz será de suportar as fadigas e as dificuldades de sua vida com alegria e contentamento."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Esse comentário retrata muito bem o acesso dos pobres à educação, como era muito precário eles recorriam a transmissao oral do conhecimento, e é justamente nessa transmissao oral que se encontram os costumes que eram passados de geração a geração, e assim era a vida deles, e eles eram felizes com isso, mas se eles tivessem uma educação formal, talvez nao seriam tão felizes, é como Mandeville diz que precisam ser "ignorantes e pobres" para serem felizes.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-1494630948964995730?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/1494630948964995730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=1494630948964995730' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1494630948964995730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1494630948964995730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/11/costumes-em-comum_09.html' title='Costumes em Comum'/><author><name>Flávia Amorim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03577001172724184601</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-8762838314688723923</id><published>2007-11-05T14:19:00.000-08:00</published><updated>2007-11-05T14:37:04.849-08:00</updated><title type='text'>Costumes em Comum...</title><content type='html'>No transcorrer do séc. XVIII e início do séc. XIX houve um grande distanciamento entre cultura plebéia e cultura patrícia (trabalhadores x elite). Muitas comemorações e costumes deixaram de ser comuns, tornaram-se menos visíveis e mais distantes da compreensão da gentry. Desse modo, tais comemorações passam ser vistas como ameaça e desordem.&lt;br /&gt;Essas manifestações culturais passam agregar aspectos de conflito de classes, ganha caráter de oposição aos novos valores que a sociedade capitalista impõe a plebe, tornam-se defensivas ao controle da gentry.&lt;br /&gt;Essa cultura é transmitida de geração a geração por transmissão oral, através de músicas, livretos...&lt;br /&gt;Assim acontece na manifestação folclórica do Congado, onde percebemos a resistência negra à sociedade branca e elitista. Ainda hoje, durante a festa do Congado podemos perceber que muitos daqueles que compõem a sociedade dita “branca” e elitista encaram com racismo e preconceito essa manifestação popular. Quando a população negra e pobre ocupa o centro da cidade ou praça principal (digamos que seja este o espaço pertencente a elite) a classe dominante recebe isso como uma invasão do seu território. Muitos sentem-se incomodados, alguns tratam com indiferença e outros com medo, pois percebem tudo como desordem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-8762838314688723923?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/8762838314688723923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=8762838314688723923' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/8762838314688723923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/8762838314688723923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/11/costumes-em-comum.html' title='Costumes em Comum...'/><author><name>GraziSantana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14064445821507831389</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-1990687243401553709</id><published>2007-11-04T09:33:00.000-08:00</published><updated>2007-11-04T09:39:49.019-08:00</updated><title type='text'>Aula do dia 9 de novembro</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;"&gt;Trabalharemos a partir do texto &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;"&gt;Costume e Cultura&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt; &lt;/span&gt;de E. Thompson, introdução do livro &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Costumes em Comum&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;A dinâmica da atividade prevê que cada estudante destaque uma idéia do texto para entrar no debate.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Pode ser um aspecto que achou im0portante, e aí deve explicar a importância.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Pode ser uma dúvida, para a qual deverá ser apresentadas hipóteses de solução ou outra forma de reflexão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Pode ser uma idéia que se relaciona com o contexto sócio cultural que estamos observando, no caso o Congado e as famílias de cada um de nós.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-weight: bold;"&gt;Cada estudante deverá postar um &lt;span style="font-size:130%;"&gt;texto para colaborar com o debate em sala de aula, contendo:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;ul style="color: rgb(204, 51, 204); font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;uma idéia,&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;a justificativa da escolha dessa idéia,&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;uma pequena reflexão.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;O trabalho sobre a leitura do texto de Thompson deve ser postado neste blog &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;até quarta feira às 18horas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt; para subsidiar a dinâmica da próxima aula.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-1990687243401553709?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/1990687243401553709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=1990687243401553709' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1990687243401553709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1990687243401553709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/11/aula-do-dia-9-de-novembro.html' title='Aula do dia 9 de novembro'/><author><name>Renata Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08705302913894016539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_4snud74sLmg/SKbHVpMUYiI/AAAAAAAAAJY/R54CIMRFFvY/S220/DSC_6235.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-7835828390103974674</id><published>2007-10-30T12:03:00.000-07:00</published><updated>2007-10-30T12:20:55.880-07:00</updated><title type='text'>Atividade de Campo</title><content type='html'>O Capitão Eustáquio Marques, conhecido como Zezão convida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);font-size:130%;" &gt;Dia 11 de novembro haverá uma feijoada promovida pelo Terno de Congo de Sainha &lt;/span&gt;com objetivo de angariar recursos para colaborar com os custos do terno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será realizada na rua Bernardo Guimarães, número 100, Centro, perto da Praça Clarimundo Carneiro, do Coreto, na academia de capoeira do Mestre Urso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor é R$5,00 por pesso para comer uma deliciosa feijoada a partir de 12 horas do dia 11 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma oportunidade para conversar com congadeiros e conhecer um pouco um dos ternos mais antigos da cidade: o Terno de Congo de Sainha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação na feijoada, além de colaborar com o terno, &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);font-size:130%;" &gt;vale como parte da pesquisa de campo obrigatória para a disciplina Folclore Brasileiro&lt;/span&gt;. A feijoada valerá por três das seis horas de pesquisa que será realizada por cada estudante matriculado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-7835828390103974674?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/7835828390103974674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=7835828390103974674' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/7835828390103974674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/7835828390103974674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/10/atividade-de-campo.html' title='Atividade de Campo'/><author><name>Renata Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08705302913894016539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_4snud74sLmg/SKbHVpMUYiI/AAAAAAAAAJY/R54CIMRFFvY/S220/DSC_6235.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-1949721974637639965</id><published>2007-10-21T08:04:00.000-07:00</published><updated>2007-11-09T01:58:08.332-08:00</updated><title type='text'>Acordos e compromissos</title><content type='html'>Todos es estudantes da disciplina deverão entregar a &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;tabela genealógica &lt;/span&gt;no dia &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;23 de novembro&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Os dados que não forem preenchidos deverão ser &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;justificados&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Cada um deve &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;recolher com familiares &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;e entregar junto com a tabela uma ou mais  &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);"&gt;histórias, causos, superstições, receitas, brincadeiras, festas, músicas&lt;/span&gt;, entre outras manifestações do âmbito do folclore &lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-weight: bold;"&gt;contadas por um parente próximo&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois textos foram indicado para leitura e estão disponíveis no xerox "Atlética" da Av. Segismundo Pereira.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 153, 0);font-size:78%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 153, 0);font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;1 - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Aspectos de sua história&lt;/span&gt; de Cáscia Frade, relativo a aula dada esta semana, é leitura complementar.&lt;br /&gt;2 - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Costume e Cultura&lt;/span&gt; de E. Thompson, introdução do livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Costumes em Comum&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;Cada poatagem destacará uma idéia, justificará o destaque e apresentará uma pequena reflexão para colaborar com o debate em sala de aula.&lt;br /&gt;Pode ser um aspecto que achou im0portante, e aí deve explicar a importância.&lt;br /&gt;Pode ser uma dúvida, para a qual deverá ser apresentadas hipóteses de solução ou outra forma de reflexão.&lt;br /&gt;Pode ser uma idéia que se relaciona com o contexto sócio cultural que estamos observando, no caso o Congado e as famílias de cada um de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;O trabalho sobre a leitura do texto de Thompson deve ser postado neste blog &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;até quarta feira às 18horas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt; para subsidiar a dinâmica da próxima aula.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi solicitado, como instrumento de avaliação, &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;para a próxima aula, o relatório sobre a experiência de contato direto com o Congado&lt;/span&gt;. Este relatório é fundamental para a articulação entre aula de campo e aula teórica. Deve ser feito por todos os estudantes que foram a leilões e à festa do Congado. No relatório deve constar o local e o tempo de pesquisa. As aulas de campo substituirão as aulas do mês de janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem participou menos de seis horas da festa do Congado, ou mesmo não participou, fará outra atividade de campo a ser definida em breve em sala de aula.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_4snud74sLmg/RxvGbrXCVtI/AAAAAAAAADg/WJR5BjMazRI/s1600-h/Baiado+Serra+do+Salitre+mesa+posta.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_4snud74sLmg/RxvGbrXCVtI/AAAAAAAAADg/WJR5BjMazRI/s400/Baiado+Serra+do+Salitre+mesa+posta.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123907179862185682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dona Luizia termina de preparar a mesa de Café da Manhã do Moçambique de Serra do Salitre, maio de 2007, cinco e meia da manhã.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-1949721974637639965?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/1949721974637639965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=1949721974637639965' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1949721974637639965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1949721974637639965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/10/acordos-e-compromissos.html' title='Acordos e compromissos'/><author><name>Renata Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08705302913894016539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_4snud74sLmg/SKbHVpMUYiI/AAAAAAAAAJY/R54CIMRFFvY/S220/DSC_6235.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_4snud74sLmg/RxvGbrXCVtI/AAAAAAAAADg/WJR5BjMazRI/s72-c/Baiado+Serra+do+Salitre+mesa+posta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-5898340956304297744</id><published>2007-10-04T10:50:00.000-07:00</published><updated>2007-10-04T11:11:43.137-07:00</updated><title type='text'>Festa de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_4snud74sLmg/RwUrUbXCVnI/AAAAAAAAACM/wNU1EoIvx8w/s1600-h/DSC05140.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_4snud74sLmg/RwUrUbXCVnI/AAAAAAAAACM/wNU1EoIvx8w/s320/DSC05140.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117544181518194290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As primeiras aulas da disciplina Folclore serão o contato direto com o Congado de Uberlândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Cada um dos estudantes matriculados deverão participar de, pelo menos, um leilão (pode ser na novena) e presenciar uma parte da festa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Congado de Uberlândia acontecem diferentes eventos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-weight: bold;"&gt;campanha&lt;/span&gt;: período de dois meses anteriores à festa no qual os ternos de Congado levam a santa (Nossa Senhora do Rosário) nas casas de devotos e simpatizantes para rezar um terço e cantar um leilão, como forma de arrecadar recursos para a realização da festa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);"&gt;novena&lt;/span&gt;: é a campanha realizada na porta da igreja de Nossa Senhora do Rosário, na praça da Bicota, chamada Rui Barbosa. A partir do dia 06 de outubro, os leilões acontecem na porta da igreja a partir das 19h30;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);"&gt;festa &lt;/span&gt;de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito: dias 14 e 15 de outubro os ternos de Congado de Uberlândia estarão em festa, organizada pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito. A festa inicia no domingo com as matinadas nos quartéis, por volta das 5horas da manhã. Às 9horas os ternos iniciam o cortejo pela Av. Floriano Peixoto, saindo da frente do Fórum e chegando na Igreja do Rosário. Por volta de 12horas os ternos voltam aos quartéis para o almoço. Reunem-se novamente na porta da igreja por volta das 17h30, quando inicia o ritual de coroação dos reis novos. Por volta das 23horas os ternos voltam aos seus quartéis. Na segunda feira, depois de um dia cheio de visitas e encontros, os ternos se despedem em frente à igreja no período das 19 às 23horas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-5898340956304297744?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/5898340956304297744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=5898340956304297744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/5898340956304297744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/5898340956304297744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/10/festa-de-nossa-senhora-do-rosrio-e-so.html' title='Festa de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito'/><author><name>Renata Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08705302913894016539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_4snud74sLmg/SKbHVpMUYiI/AAAAAAAAAJY/R54CIMRFFvY/S220/DSC_6235.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_4snud74sLmg/RwUrUbXCVnI/AAAAAAAAACM/wNU1EoIvx8w/s72-c/DSC05140.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-1677823017637779856</id><published>2007-09-23T21:23:00.000-07:00</published><updated>2007-09-23T21:24:24.824-07:00</updated><title type='text'>Leilão de Moçambique</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204); font-size: 180%;"&gt;Dia 25 de setembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204); font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;das 19h30 às 23horas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204); font-size: 130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_4snud74sLmg/RvcpGbXCVkI/AAAAAAAAAB4/Cwm9PV9iSBQ/s1600-h/altar+princesa+isabel.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_4snud74sLmg/RvcpGbXCVkI/AAAAAAAAAB4/Cwm9PV9iSBQ/s200/altar+princesa+isabel.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5113601092302820930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-size: 180%;"&gt;II Encontro dos ternos de Moçambique do bairro Patrimônio&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204); font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Aniversário de Renata Meira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Arrecadação de cestas básicas para colaborar com a festa do Congado de 2007&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;entrega &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;no local da festa&lt;br /&gt;desde às 15horas do dia 25 de setembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;presença dos grupos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204); font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Princesa Isabel&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204); font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Raízes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204); font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Pena Branca&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204); font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Baiadô&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204); font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;Divulguem!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;Avisem amigos e conhecidos!!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;no estacionamento do Praia Clube&lt;br /&gt;Rua Tijuca, em frente ao número 395&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-1677823017637779856?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/1677823017637779856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=1677823017637779856' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1677823017637779856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/1677823017637779856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/09/leilo-de-moambique.html' title='Leilão de Moçambique'/><author><name>Renata Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08705302913894016539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_4snud74sLmg/SKbHVpMUYiI/AAAAAAAAAJY/R54CIMRFFvY/S220/DSC_6235.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_4snud74sLmg/RvcpGbXCVkI/AAAAAAAAAB4/Cwm9PV9iSBQ/s72-c/altar+princesa+isabel.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1646282710323362268.post-8199780235659000555</id><published>2007-09-21T07:07:00.000-07:00</published><updated>2007-09-21T07:08:43.305-07:00</updated><title type='text'>Iniciando a relação virtual</title><content type='html'>&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Este semestre trabalharemos com este blog como um lugar de trocas e de informações.&lt;br /&gt;Aqui serão postadas propostas de atividades e trabalhos, diários de leitura e outras orientações diversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia inicial que lanço nesta postagem é que a autoria do blog seja coletiva e que possamos construir aqui um retorno para análise e avaliação do processo desenvolvido na disciplina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se cadastrar como co-autor do blog, &lt;span style="font-weight: bold; font-size: 130%;"&gt;envie um comentário contendo seu endereço de emeio&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt; &lt;/span&gt;que eu, renata, enviarei um convite para participar do blog.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1646282710323362268-8199780235659000555?l=folcloreufu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloreufu.blogspot.com/feeds/8199780235659000555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1646282710323362268&amp;postID=8199780235659000555' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/8199780235659000555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1646282710323362268/posts/default/8199780235659000555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloreufu.blogspot.com/2007/09/iniciando-relao-virtual.html' title='Iniciando a relação virtual'/><author><name>Renata Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08705302913894016539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_4snud74sLmg/SKbHVpMUYiI/AAAAAAAAAJY/R54CIMRFFvY/S220/DSC_6235.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
